UM DOS TRÊS MELHORES CANIS DE DOGUES ALEMÃES ARLEQUINS DO BRASIL EM 2011
One of the top three Great Danes kennels Harlequin Brazil (Dogshow 2011)
MELHOR CANIL DE ARLEQUINS DO NORDESTE DO BRASIL NOS ANOS DE 2004; 2005; 2007; 2011
Best Great Danes kennel in northeastern Brazil in de yars 2004; 2005; 2007; 2011 (Dogshow)

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

8ª NACIONAL DA RAÇA DOGUE ALEMÃO



A MAIOR DAS NACIONAIS: 56 ANIMAIS (ENTRE ARLEQUINS,PRETOS,DOURADOS,TIGRADOS E AZUIS), PARABÉNS AOS QUE ACREDITARAM, AGRADECIMENTOS AOS QUE AJUDARAM E SENTIMENTOS AOS QUE PERDERAM


RESULTADOS

DOGUE DO FUTURO: CARRASCO VON KAISER DACHE


MELHOR INICIAL PRÉ-NACIONAL: ARGOS DO TOQUE MÁGICO



MELHOR INICIAL NACIONAL: DOUBLE M EITHAN

MELHOR JOVEM PRÉ- NACIONAL E NACIONAL:CARRASCO VON KAISER DRACHE



M. RAÇA ARLEQUIM PRE-NACIONAL:MAXIMUS KAISER DRACHE OXEMBERG



SEXO OPOSTO: QUITARA OF THE BAMEL


M. RAÇA DOURADOS PRE-NACIONAL:THOR GIGANTES DE ALDEIA



SEXO OPOSTO:DOUBLE M HANA VON GOLDEN GROSS

M. RAÇA AZUL PRE-NACIONAL:BERTHE VON PASCHOALICK



MELHOR ABSOLUTO DA PRÉ NACIONAL:THOR GIGANTES DE ALDEIA

M. RAÇA ARLEQUIM NACIONAL:VIP’S VIP LEXUS LS





SEXO OPOSTO:QUITARA OF THE BAMEL

M. RAÇA DOURADOS NACIONAL:VIP’S VIP KATHMANDU



SEXO OPOSTO:DOUBLE M HANA VON GOLDEN GROSS

M. RAÇA AZUL NACIONAL:BERTHE VON PASCHIALICK



MELHOR ABSOLUTO DA NACIONAL:VIP’S VIP KATHMANDU

DELEGAÇÃO DE ALAGOAS: MAIOR DELEGAÇÃO VISITANTE



A CAMISA MAIS BONITA....

TEM FRENTE E VERSO
Nosso agradecimento à CYNO, que na figura do seu distribuidor para o estado de Alagoas Sr Alexandre Vieira de Souza, que não só dá um suporte nutricional aos nossos cães, como soube compreender a importância do evento e não mediu esforços para viabilizar uma digna presença do nosso estado. Estivemos presentes com 13 animais dos quais 7 ou venceram suas classes ou foram reserva, menção honrosa para Máximo que venceu a Pré Nacional.
A CYNO ESTEVE PRESENTE EM TODOS OS MOMENTOS:
NA ALEGRIA



NA RAIVA

NA DESCONTRAÇÃO

NA VITÓRIA

HOMENAGEANDO O EVENTO


NOSSA COLHEITA NO FIM DE SEMANA
CCF 4; CAC 9; CACPAB 1

MELHOR ARLEQUIM DA PRÉ NACIONAL

MAXIMUS KAYSER DRACHE V OXEMBERG

NOSSOS ASTROS NA NACIONAL

IKAN BETTAH MAXIMUS AR IRON VENCEDOR DA CLASSE ABERTA (ARLEQUIM) DA NACIONAL

IKAN BETTAH MAXIMUS AR MAGNUM: RESERVA DE CLASSE (ARLEQUIM) NA NACIONAL

terça-feira, 2 de agosto de 2011

NOSSAS ESTRELAS DA NACIONAL

IKAN BETTAH VINNY RESERVA DE CLASSE (ARLEQUIM) NA NACIONAL

NOSSA TIEN KUAN DONATELLA: RESERVA DE CLASSE (ARLEQUIM) NA PRÉ-NACIONAL


NOSSA RACHEL V OXEMBERG: MELHOR FÊMEA CLASSE ABERTA (ARLEQUIM) DA PRÉ-NACIONAL


NOSSA IKAN BETTAH MAGNA: MELHOR FILHOTE ARLEQUIM DA NACIONAL DO DOGUE

A NACIONAL FOI UM SUCESSO ATÉ DEBAIXO D'AGUA

A FESTA EM RITMO DE CIRANDA

segunda-feira, 30 de maio de 2011

PEÇO LICENÇA AOS SENHORES...

Peço licença aos senhores para fazer referência à ninhada de golden retrievers de amigos muito especiais, aos quais não posso negar nada.
Os cães estão em Natal/RN e podem ser visualizados clicando no ícone na coluna da direita onde tem a foto de um filhote de Golden. Quais quer dúvidas estou a disposição para intermediar.

sábado, 28 de maio de 2011

PREPARANDO SEU DOGUE PARA A EXPOSIÇÃO (parte3/5)




Nesta terceira sessão, vamos intoduzir o exame do juiz. Para isso você vai precisar uma pessoa para fazer as vezes do juiz. O ideal é que seja alguém que tenha experiência com cães e que já tenha uma certa maturidade , evite crianças, treine com a pessoa escolhida ( a partir de agora, chamada de juiz) como ela deverá examinar a boca, pois se não fizer da maneira adequada poderá desenvolver no cão uma aversão ao exame.
1. Faça o cão trotar em volta do juiz, guardando um distância de cerca de 4 m (raio), coloque o cão no stay. Premie
2. Em seguida deixe a guia no chão e vá para a frente do cão; abra delicadamente a parte frontal dos lábios para mostrar o “sorriso”, com cuidado para não tapar o nariz dele com a mão e sem forçar, alguns juízes gostam de tocar e examinar o cão solicite que o juiz avalie ele próprio a boca do seu cão.

Em seguida, premie.
3. Depois apalpe a cabeça, o pescoço, o peito, as costelas, o esterno, as patas dianteiras, o dorso, as coxas e o rabo, procedendo do nariz à cauda, no lado esquerdo do cão, com calma, de forma que o cão fique parado, Peça para o juiz fazer a mesma coisa. Em seguida, premie.
4. Aí outro trote em torno do juiz e premie. Repita todo o procedimento umas três ou quatro vezes e vá para casa.
Em outra sessão, além de abrir a parte frontal da boca para ver o sorriso, abre também os lábios nos lados do focinho, sem forçar e delicadamente, de forma que os dentes fiquem expostos.
Repita o ciclo sistematicamente, de forma que o cão se acostume com o procedimento. Repita, repita e repita.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

PREPARANDO SEU DOGUE PARA A EXPOSIÇÃO (parte 2/5)

Estamos para iniciar a segunda sessão de treinamentos, se você ainda não leu o padrão da raça com atenção, sugiro que o faça agora, pois estaremos usando alguns termos e conceitos que talvez não seja do seu conhecimento ainda. Você encontrará na coluna da esquerda (marcadores) o padrão da raça já comentado, dê uma lidinha e depois mãos a obra.
Na sessão anterior trabalhamos temperamento, agora vamos aprender a a colocar o cão em "stay".
Depois da primeira voltinha correndo (com todo o procedimento anterior) pare e, pausadamente, coloque o cão no “stay”que é aposição em que o cão é avaliado quando parado. De modo geral,você firma a cabeça do cão

DOGUE ALEMÃO BRASIL: PEDRO MARCEL INICIANDO CONDICIONAMENTO DE BETTAH

procure aprumar as patas dianteiras, uma depois da outra, exatamente debaixo do cotovelo. Em seguida, coloque as patas traseiras no lugar também, o ponto de referência é o jarrete – ele deve ficar o mais vertical possível. Para isso você vai ter que puxar a pata traseira um pouco para trás do ilíaco. Esse ponto é relativo a cada exemplar, e colocando você vai entender qual é a melhor posição. Essa colocação vai mostrar para o juiz a angulação do cão.
Para o cão se acostumar com o procedimento, segurando a guia curta na mão direita, passe a mão esquerda pelo pescoço e vá descendo em direção ao cotovelo esquerdo do cão; segurando no cotovelo, coloque a pata debaixo do mesmo, deixando as “mãos” dele viradas para frente; troque de mão, segurando a guia com a esquerda e utilizando a mão direita, deslize outra vez a sua mão pelo lado direito do cão e faça o mesmo com a pata direita. Troque outra vez de mão e, segurando a guia com a mão direita, deslize a mão esquerda pelo dorso do cão


DOGUE ALEMÃO BRASIL: HAMILTON ACIOLY INICIANDO O CONDICIONAMENTO DE IKAN BETTAH MAGNUM
e pela coxa esquerda até o jarrete e, segurando no tornozelo dele, coloque-a no lugar; deslizando outra vez a mão pela coxa direita e faça o mesmo com a pata direita.
Esse procedimento vai variar um pouco dependendo da raça e do porte do cão que se está apresentando, mas é mais ou menos universal.
Nesse quesito é importante notar a posição da cauda. Cada raça tem uma forma própria de apresentar a cauda. No caso do dogue alemão, exigem que a cauda fique para baixo, assim não tocamos na cauda nem fazemos festa demais para que o cão não a levante. No início você demorará um pouco para fazer esse procedimento inteiro; mas com o tempo você ficará craque e o fará em poucos segundos – porque o juiz não lhe dá muito tempo! De um modo geral, você tem ao redor de 8 segundos para isso.

Uma vez colocado na posição do “stay”, espere alguns segundos e premie o cão com a brincadeira ou com um petisco – melhor se o petisco não precise ser mastigado (biscoitos, por exemplo), mas seja mais “maçudo”: o fígado cozido em água costuma ser muito usado, porque permite tanto você retirar um pedacinho com os próprios dentes e dar, ou ainda permitir que o cão mordisque com os incisivos. Você tem que encontrar o que funciona melhor com o seu cão!
Então repita algumas vezes a voltinha trotando e o stay com a premiação no final, e termine o treinamento.
Normalmente, depois do exame de cada exemplar, todos se posicionam em “stay” para o juiz tomar a sua decisão. Por tanto, pratique o “stay” ficando no lado direito do cão.
É importante citar, que a guia ideal para apresentar e treinar o cão a partir deste momento, deve ser aguela que ofereça segurança e discrição, usamos no nosso canilpara treinamentos guias com diâmetro de cerca de 5 mm.

sábado, 21 de maio de 2011

PREPARANDO SEU DOGUE PARA A EXPOSIÇÃO (parte 1/5)


VALDEMIR COSTA TREINANDO SEU CÃO

texto fundamentado no artigo “Manual do Handler Principiante” escrito pelo handler Breno Correa para o site Cão Natural.

Estamos publicando este tutorial objetivando estimular os criadores da raça dogue alemão a colocarem seus cães em exposições.
Entendemos que um profissional,o handler,é muito importante para o show, mas entendemos também que nem sempre temos bons handlers à disposição, e com a proximidade da NACIONAL toda ajuda é bem vinda.
É importante lembrar, que os títulos são registrados no pedigree dos filhos do exemplar, até a 4ª geração (quem olhar o pedigree dos bisnetos dela vai ver que são bisnetos de um campeão).
Para entrar em pista o dogue alemão deve ser condicionado, ele tem que se deixar examinar pelo juiz, este vai olhar a expressão do cão, olhá-lo no “Stay”, tocá-lo, e depois examiná-lo em movimento. Quanto mais familiarizado com o procedimento o cão estiver, melhor ele vai se apresentar, invista em paciência, persistência e repetição.

Comece levando seu dogue a um lugar diferente do que ele está acostumado, de preferência com piso de cimento, uma quadra poliesportiva pode ser uma boa opção, leve-o para passear ao redor para se aliviar, caminhe devagar para ele ir cheirando o local, e depois faça o mesmo dentro da quadra, quando ele relaxar, comece a brincar um pouco com ele – nada de brincadeiras estabanadas, mas uma “cosquinha”, uma bolinha, um brinquedo preferido, o desafio é descobrir qual é o melhor método para o exemplar! Isso vai ajudá-lo a se sentir à vontade no lugar e durante a sessão, dê uma volta circular correndo com ele pela quadra: corra em sentido anti-horário, com o cão à sua esquerda, sem deixar que ele fique muito atrás nem muito à frente, se necessário corrigindo levemente com a guia. A velocidade dessa corrida é muito importante porque o cão tem que “trotar” e não galopar nem andar. O handler deve ser capaz de fazê-lo trotar na melhor velocidade para o exemplar mostrar a própria movimentação o melhor possível. É parte da “arte” de apresentar um cão a capacidade de encontrar a velocidade correta para valorizar o exemplar. Ah, os seus passos devem ser o mais amplos possível, sem “quicar” – quando menos movimento o cão sinta ao lado de si, mais natural ele vai se movimentar. Ah, e comece o movimento devagar e acelere rapidamente, especialmente com cães que têm trote rápido – sem explosão, porque se não o cão vai querer explodir também e terminará galopando, ao final desta volta brinque com ele outra vez, assim ele vai associar a corrida a algo positivo.


Repita a corrida algumas vezes com a premiação no final, e volte para casa. É importante não realizar sessões extremamente longas para o cão não se encher. Aliás, quanto mais curtas melhor.

domingo, 15 de maio de 2011

TURMA DE MACEIÓ TREINANDO PARA A NACIONAL

O PAPO É DOGUE ... entrevista Rivail Cerqueira (parte 1/3)



RIVAIL COM HASKAN

Desta vez O PAPO É DOGUE... aborda especificamente o Conselho Brasileiro da Raça Dogue Alemão e entrevista uma figura masculina de grande importância no cenário da cinofilia do dogue. Trata-se do Sr. Rivail Cerqueira titular do canil The Bamel, co-proprietário do maravilhoso BR Von Vallem Haskan e membro do CBRDA.

O PAPO É DOGUE...Boa tarde Rivail, gostaria antes de mais nada que vc fizesse uma pequena apresentação do seu trabalho na cinofilia do dogue alemão.
RIVAIL CERQUEIRA – Boa tarde, minha convivência com a raça Dogue Alemão começou em 1984, há 27 anos. Nos 6 primeiros anos, busquei conhecimento e aprendizado, tendo minha primeira ninhada em 1990.
Iniciei com a variedade azul, que acabei abandonando, depois dourados/tigrados e, posteriormente arlequins/pretos. Ao longo desse tempo sempre acasalei buscando obter melhores produtos nas gerações seguintes, focado em saúde, estrutura e temperamento.
Em conseqüência da profissão, por vezes, tive que abrir mão do trabalho realizado e recomeçar mais adiante, o que acarretou algum atraso no plano de criação. Por outro lado, consegui resgatar linhas de sangue que priorizei desde o início, apoiado por parceiros amigos, aos quais devo muito de minha criação, obtendo exemplares com bons resultados em exposições e, antes de tudo, dentro do que estabeleci como prioritário.
No campo da direção cinófila, fui membro de alguns clubes e ocupei cargos em diretorias. Recentemente fui aprovado para o Quadro de Árbitros da CBKC - grupo 2. Hoje ocupo cargo no Conselho Cinotécnico da CBKC e sou Conselheiro do Conselho Brasileiro da Raça Dogue Alemão (CBRDA). O PAPO É DOGUE... Quais são as expectativas do CBRDA para a primeira NACIONAL sob a sua responsabilidade?

RIVAIL CERQUEIRA - Salvo para a raça Dobermann, que já realizou mais de 30 Exposições Nacionais, esse tipo de exposição é relativamente recente, ao menos no reconhecimento do nome.
No caso de nossa raça, foram realizados dois eventos com essa conotação na década de 1980, à frente estava a extinta Sociedade Paulista do Dogue Alemão (SPDA).
Na década atual, por iniciativa de criadores, foram realizadas as Nacionais de 2005 (SP) e 2006 (RJ). A primeira Nacional realizada pelo CBRDA foi em 2008, com edições nos anos subseqüentes - 2009 e 2010 - todas em São Paulo. Em todos os casos, os eventos sempre ocorreram apoiados por algum Kennel Clube, que muito nos ajudaram na realização, desde a homologação das exposições. Para esse ano, atendendo ao anseio de criadores locais, a Nacional será realizada em Recife, no dia 30 de julho. Tendo em vista o grande apoio que estamos recebendo da turma do NE, conseguiremos realizar o evento de forma independente, com homologação direta à CBKC. Isso permitirá cumprir uma programação própria, tornando o evento mais atrativo aos interessados em nossa raça e permitindo a melhor integração entre todos os participantes. Natural que, quando vinculados a algum clube, tenhamos algumas restrições de horários, de espaços, de logística. A experiência deste ano permitirá decidir como proceder em situações futuras, de acordo com a realidade do local de realização das Nacionais.
Em resumo, considerando todos os eventos, estamos na 8ª edição, sendo a 4ª sob a égide do CBRDA.
O PAPO É DOGUE... Gostaria também que fizesse uma apresentação do Conselho Brasileiro da Raça Dogue Alemão, como surgiu , qual sua proposta. RIVAIL CERQUEIRA - O CBRDA é composto por Roberta Zeppelini - coordenadora - Schirlei Severo e por mim. Como os demais conselhos de raça no Brasil, trata-se de um órgão de assessoramento técnico junto à CBKC e seus membros foram escolhidos pelo Presidente daquela entidade, conforme atribuições estatutárias. O CBRDA surgiu da necessidade de se estudar e normatizar questões referentes às variedades, cores e acasalamentos. Nesse mister, foi feito o Guia de Cores da Raça Dogue Alemão, que detalha as cores constantes do padrão, com objetivo de melhor identificação por criadores e verificadores de ninhada, para correto preenchimento do Mapa Registro de Ninhada. Em novembro do ano passado foi emitida a Norma de Acasalamento para a raça. Ambos documentos estão disponíveis em todos os Kennel Clubes. Sempre que procurados, fazemos a intermediação entre criadores e a CBKC, especialmente em problemas ocorridos em registros de ninhadas, e respondemos às solicitações da CBKC, finalidade para a qual o Conselho foi criado. Atualmente, com a criação de novos conselhos de raça, o enfoque sobre o papel dos mesmos está sendo revisto e acreditamos que, em breve, teremos outras atribuições, por iniciativa própria, indo além da consultoria técnica à CBKC, com autonomia para algumas ações em prol da raça. O PAPO É DOGUE... Rivail, eu fiquei surpreendido quando ao solicitar no google " Conselho Brasileiro da Raça Dogue Alemão " ver que, das primeiras cinco citações, o endereço do nosso blog está em quatro e mesmo quando conseguimos achar o endereço eletrônico, ele não abre. Qual a justificativa para essa "invisibilidade eletrônica"? RIVAIL CERQUEIRA - O blog do CBRDA foi feito sobre plataforma do Windows Live. O sistema migrou para outra plataforma e perdemos os dados. Estamos em fase de conclusão de um site. O PAPO É DOGUE... Rivail, já ouvi alguns criadores se queixando sobre a representatividade do CBRDA, como você vê estas críticas? RIVAIL CERQUEIRA - Essas críticas nunca chegaram ao CBRDA diretamente, embora tenhamos ouvido falar alguma coisa, portanto não tenho comentar nada específico. De qualquer forma, procuramos nunca trabalhar somente os três conselheiros. Criadores experientes - cerca de 15 - foram consultados quando elaboramos o Guia de Cores, alguns poucos apresentaram sugestões. Da mesma maneira os debates sobre Normas de Acasalamento ficaram abertos desde 2005 e as poucas contribuições que surgiram foram consideradas no resultado final. Além disso, tendo visualizado novos rumos e finalidades para os conselhos de raça, identificamos a necessidade de tornar o CBRDA um colegiado maior. Nessa direção, elaboramos um Regimento Interno, iniciativa dos Conselheiros que já serviu de modelo para o recém criado Conselho Brasileiro da Raça Labrador. Do referido regimento consta a participação de Representantes Estaduais. Em setembro do ano passado, enviamos solicitação a todos os Estados, para que indicassem seus representantes, até o presente momento apenas 5 foram indicados. Aguardamos as novas indicações. Críticas, quando construtivas, com intenção de acrescentar, acompanhadas de propostas de soluções aos problemas indicados, serão sempre muito bem vindas. Críticas vazias, com intuito desagregador, essas sempre serão desconsideradas. Postado por Byron Barros às 04:40
O PAPO É DOGUE- Bem, fica aqui o nosso agradecimento a presteza com que nos recebeu. Fica aberto este último espaço para você se despedir e abordar o tema que quiser.

RIVAIL CERQUEIRA - Agradeço o convite para esta entrevista e a oportunidade para divulgação das informações.
O CBRDA fica à disposição dos que precisarem no e-mail : cbrda@hotmail.com
Contamos com a participação máxima de simpatizantes do Dogue Alemão nos eventos do dia 30 de julho, para que tenhamos uma linda festa e para que possamos compartilhar de momentos voltados à nossa raça.

domingo, 8 de maio de 2011

ESTE ANO "A NACIONAL" VAI SER NO NORDESTE


O Conselho Brasileiro da Raça Dogue Alemão – CBRDA, através de seus conselheiros, tem realizado anualmente as exposições Pré-Nacional e Nacional da Raça Dogue alemão e o match Dogue do Futuro para dogues de 4 a 15 meses. Os últimos sete eventos foram realizados em São Paulo ou Rio de Janeiro. A fundamentação dos criadores invariavelmente é sempre a mesma, ou seja: é mais fácil realizar o evento por aqui visto que o maior número de criadores e de cães se concentra no sul e sudeste.
Porém, este ano CBRDA ousa trazer os eventos para o norte-nordeste do Brasil, mais precisamente para a cidade de Recife, em Pernambuco. Em análise dos números apresentados pela CBKC e pelo site Dog Show, verificou-se que muitos dos cães que participam de exposições durante o ano, são de pessoas que residem no Norte e Nordeste, alias existe uma tendência de tornar o evento da “Nacional” um evento itinerante, para que todos os criadores do Brasil possam ser beneficiados com o mesmo.
Os criadores do norte-nordeste, este ano de 2011, estão altamente mobilizados para fazer destas exposições um sucesso total. Em Recife especificamente, os criadores estão se reunindo semanalmente, aos sábados, para treinar a si e a seus cães, para que no dia das exposições, o maior número de animais possa ser apresentado aos juízes previamente convidados.
O match Dogue do Futuro será julgado pelo criador veterano nas pistas brasileiras e conhecidos por muitos, José Henrique de Farias Neto. A exposição Pré-Nacional será julgada pelo Sr. Gutemberg Vilar Soares, juiz “all rouder” e ex-criador da raça e o grande momento, a 8ª Exposição Nacional da Raça Dogue Alemão, será julgada pelo árbitro argentino e também criador da raça o Sr. Oswaldo Raspa.
Pela primeira vez na história das Nacionais da Raça Dogue Alemão no Brasil, a homologação das exposições sairá com o nome do CBRDA, pois até então, as exposições recebiam a homologação através do “kennel club” que estivesse recepcionando a mesma. Este ano porém, em uma atitude inovadora, o CBRDA ousou fazer suas exposições de forma autônoma e realizará os eventos no dia 30/07/2011 no Haras Cascatinha, Km 8 da Estrada de Aldeia, Camaragibe/PE. O local conta com toda a infraestrutura necessária para receber cães e expositores de maneira confortável e de fácil acesso.
A exposição será realizada em arena gramada o que proporcionará aos cães maior conforto e tranqüilidade na movimentação. Os troféus, que já são padronizados, estão sendo confeccionados com o patrocínio de fabricas de ração. O local também dispõe de acomodações para os cães com muita sombra e outros atrativos.
Inovando nesta exposição, o CBRDA pretende abrir inscrições também para a classe veterano e julgamentos para melhor progênie de pai e de mãe. Assim, poderemos desfrutar da presença de cães já idosos e que estão fora de pista assim como poderemos analisar a homogeneidade do plantel e a qualidade de matrizes e padreadores quando comparados com seus filhos. Os criadores estão bastante mobilizados e esperamos atingir um número histórico superior a 40 animais em pista. Feito parecido com esse foi conseguido na exposição Mundial realizada no Rio de Janeiro em 2004 quando tivemos a grata satisfação de ver 63 dogues alemães em pista.
O CBRDA conta com a presença maciça dos criadores do Norte e Nordeste para que este evento fique na história e possa ter respaldo para ser repetido em outros estados do Nordeste ou mesmo em Recife novamente.
Fica aqui o convite:
VEM, VEM, VEM, FAZER PARTE DESSE CORDÃO, RECIFE TEM UM LUGAR PARA VOCÊ
DENTRO DO CORAÇÃO!

Roberta Zeppelini
CONSELHEIRA

sexta-feira, 6 de maio de 2011

O PAPO É DOGUE... Entrevista com Denise Lavoura (parte 1/3)

Hoje O PAPO É DOGUE... Está recebendo Denise lavoura, titular do Canil Oxemberg, único canil das Américas a possuir três títulos mundiais, e um vice-campeonato mundial. Com o seu trabalho reconhecido nacionalmente e internacionalmente, Denise que nos recebeu com muito carinho em sua casa em 2004, abre a sua agenda para nos receber, e falar do que gostamos... dogue alemão.
O PAPO É DOGUE... - Denise, seu canil começou a se desenhar com a participação de Bismark, que junto com Balzac e Butterfly estão nos pedigrees da maioria dos bons cães do Brasil. Embora nascidos no nosso país, eles são filhos de cães de origem germânica. Recentemente vc foi em busca de um cão italiano para ser um dos padreadores de seu canil. No entanto não foi beber na fonte onde tantos bebem que é o canil Castello Delle Rocche. Fale um pouco sobre isto.
DENISE LAVOURA- Primeiro Byron, quero dizer da minha satisfação de participar deste blog ,que tem por tema a raça dogue alemão.
O Castello Delle Rocche é um grande canil com cães espetaculares , muito bem divulgado eu diria ,que hoje é o mais profissional do mundo por que amarra todas as qualidades de um canil de ponta.
Na verdade selecionei algumas fêmeas , netas de um cão do Castello Delle Rocche , com resultados magníficos.
Como tu sabes crio a muito tempo e estudo a raça e as linhas de sangue profundamente, acompanho os dogues do mundo inteiro.
Assim como na Itália , diversos paises da Europa e fora dela criam dogues de exelente qualidade.
Sempre fizemos aportes significativos todas as vezes que precisamos abrir nossa linha, foi assim com a Importação de semem americano do canil GMJ ou quando usamos Brutos Apfelstrudel, sempre de maneira pioneira.
Desta vez não foi diferente, a muito que adimiro o Manollo von der Ofnethölle como um cão corretíssimo, com uma tipicidade fantástica , temperamento espetacular e já aprovado como um dos maiores padreadores da Europa.
Quando vi o Domenico pela primeira vez, observei todo o seu potencial e me encantei .

quarta-feira, 4 de maio de 2011

O PAPO É DOGUE...Entrevista com Denise Lavoura (parte II)


"DOMENICO" DEMON - A DELL ALTO FEUDO (Importado pelo Canil V. Oxemberg, da Itália)

O PAPO É DOGUE... Em 2008 o Conselho Federal de Medicina Veterinária determinou que os veterinários não poderiam mais realizar, entre outras cirurgias, a auriculoplastias. Embora uma parte considerável dos cães que comparecem em pista o faça com lindas orelhas eretas, os que têm optado por mantê-las íntegras, têm esbarrado na má postura das mesmas, já que com a prática da cirurgia não havia a necessidade de ter o caimento junto a face. Qual a sua visão sobre este tema?
DENISE LAVOURA - Minha resposta é simples, seleção. Selecionar e aportar novos sangues que nos tragam esta orelha mais correta e pesada.
Ainda discorrendo sobre minha escolha pelo Domênico ; O canil Oxemberg hoje se prepara para a esta realidade com orelhas corretas, com caimento junto a face com tamanho e inserções tal qual rege o padrão da raça dogue alemão.

O PAPO É DOGUE... Este ano a NACIONAL ocorrerá no nordeste, em Pernambuco. Qual a sua visão sobre este evento? Como você vê a sua realização aqui?
DENISE LAVOURA - Veja bem, o fato da nacional sair do eixo Rio- São Paulo ,tem um lado que incrementa e valoriza a criação da região, porém não podemos deixar de levar em conta a dimensão do nosso pais.
Fico feliz por meus amigos nordestinos!
Muitos cães importantes não participarão por conta dos custos simplesmente absurdos que as companhias aéreas praticam.
Espero que a nacional seja cada vez mais uma exposição democrática e que procure agregar todos os
Criadores e expositores, contribuindo para o desenvolvimento da raça dogue alemão, pois este é o principal objetivo.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

O PAPO É DOGUE.... Entrevista com Denise Lavoura (parte3/3)


DENISE COM D. FRANCISCO DE GOYA

O PAPO É DOGUE... Bem Denise, fica este último espaço aberto para que você aborde o tema que lhe convier, e de já, agradeço a consideração e carinho que sempre me dispensa. Um abraço forte em Marcelo, em Juliana, e em todos que fazem a família Oxemberg.

DENISE LAVOURA - Ainda falando sobre a proibição do corte de orelhas, cuja proibição total é apenas uma questão de tempo, penso que esta mudança, será uma verdadeira revolução na estética da raça no Brasil.
Penso isto, por achar que o corte está tão arraigado culturalmente entre nós, que ao longo destes anos muito poucos canis selecionaram cães por orelhas corretas (integras).
Anos e anos com cabeças mais ou menos típicas, com orelhas cortadas de maneira magistral produziram campeões em pista.Cães que nos enchiam os olhos.Imaginem estes mesmos com orelhas integras.
Estamos mudando nossa maneira de ver, pensar e selecionar os nossos dogues, o padrão é claro na descrição de uma linda cabeça.
Nós no canil vom Oxemberg, trabalhamos sempre muito preocupados em criar cães extremamente estruturados, com excelente movimentação, temperamento, tipicidade, conhecidos por sua harmonia. Queremos continuar criando assim, desta maneira. Porém, hoje temos a certeza de que mudanças estão por vir e aqueles que não se adaptarem, ficarão a margem do processo de desenvolvimento da raça.
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terça-feira, 19 de abril de 2011

AURICULOPLASTIA - BREVES COMENTÁRIOS À RESOLUÇÃO 877 DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

1. RESUMO DOS ASPECTOS TÉCNICOS

O Conselho Federal de Medicina Veterinária, por intermédio da Resolução nº 877, publicada no último dia 19 de março, regulamenta alguns procedimentos cirúrgicos em animais, e, entre as questões polêmicas, proíbe a conchectomia (cirurgia de redução das orelhas), e aconselha a não realização da caudectomia (corte da cauda).

Diz o art. 7º da malfadada Resolução:
Art. 7º Ficam proibidas as cirurgias consideradas desnecessárias ou que possam impedir a capacidade de expressão do comportamento natural da espécie, sendo permitidas apenas as cirurgias que atendam as indicações clínicas. (grifos nossos).

§1º São considerados procedimentos proibidos na prática médicoveterinária: conchectomia e cordectomia em cães e, onicectomia em felinos.

§2º A caudectomia é considerada um procedimento cirúrgico não recomendável na prática médico-veterinária.
Seriam as mencionadas cirurgias desnecessárias considerando as funcionalidades das respectivas raças? Tais cirurgias impedem a capacidade de expressão do comportamento natural das raças? Podemos definir a conchectomia e caudectomia em cães como cirurgias meramente estéticas? São também mutilantes?

Com todo o respeito ao Colendo Conselho Federal de Medicina Veterinária, a literatura técnica qualificada aponta no sentido contrário.

A conchectomia (cirurgia de orelha) e a caudectomia (corte da cauda), há muito deixaram de ser consideradas cirurgias desnecessárias, estéticas ou mutilantes pelos profissionais da área, principalmente por aqueles que conhecem a funcionalidade das raças atingidas pela proibição. Atualmente, tais procedimentos cirúrgicos são considerados como eletivos, pois atendem às necessidades funcionais e zootécnicas das raças caninas, que delas se utilizam[1]. Não se sabe porque, atualmente, provavelmente por conveniência ou algo parecido, são chamados de mutilantes. Aliás, não encontramos na literatura veterinária o termo “mutilante”, e sim estético ou cosmético.

Maria Ignez Carvalho Ferreira, Professora adjunto do Departamento de Medicina e Cirurgia - Instituto de Veterinária - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, com muita propriedade afirma que “a tradição de se rotular estas cirurgias como “estéticas” ou “mutilantes” foi adquirida em função do desconhecimento de alguns princípios básicos”, que disserta em seu trabalho anexado a este artigo ao final.
Na verdade, a lição da referida professora, nos dá tranqüilidade em concluir que as cirurgias em questão não são mutilantes, não são desnecessárias e não possuem características meramente estéticas como sustentam alguns profissionais da área, principalmente aqueles não familiarizados com as raças atingidas pela absurda proibição contida da Resolução 877 do CFMV.

Ao contrário, nos faz concluir que tais procedimentos devem ser nominados como funcionais, isto é, relativos às funções originais das raças, várias delas oriundas de mistura racial.
“Há de se notar que a conchectomia não é praticada nos cães cuja função zootécnica é a caça, ficando praticamente restrita aos cães de proteção que necessitam de maior acuidade auditiva na realização da função para o qual foi selecionado.

A conchectomia realizada dentro de técnicas éticas, não impede de maneira alguma a capacidade de expressão do comportamento natural da espécie, muito pelo contrário. Cortando-se parcialmente a aurícula dos cães de proteção, os movimentos de ereção, abaixamento e rotação das orelhas ficam facilitados, dando aos cães melhores condições de espantar insetos e se proteger de mordida de outros cães. Tal procedimento também facilita a circulação de ar no conduto auditivo, diminui a umidade local e melhora a percepção dos sons e acuidade auditiva, diminuindo as chances de proliferação de microorganismos que conduzem à otite.

Quanto à caudectomia ela é realizada nos cães de caça, com a finalidade de evitar acidentes e está na dependência do tipo de terreno onde o animal trabalha e da forma como o cão porta a cauda. Nos cães de proteção, a caudectomia só é realizada nas raças que portam a cauda acima da linha do dorso. Seu objetivo é diminuir os pontos de apoio para quem pretenda neutralizar a ação do cão. Todas as raças nas quais a caudectomia é realizada, têm como característica o porte da cauda acima da linha do dorso e mobilidade acentuada. Estas características predispõem os animais de trabalho ao desenvolvimento de ferimentos freqüentes e neurites, o que invariavelmente conduzem a uma amputação da cauda em idade avançada” (trecho citado da prof. Maria Ignez Carvalho Ferreira – v. final deste artigo).

Edgard Morales Brito, Médico Veterinário especialista nas cirurgias recentemente proibidas, e também criador da raça dobermann, igualmente sustenta com propriedade as características da conchectomia e da caudectomia, deixando evidente tratar-se de procedimentos funcionais (v. artigo completo no final deste artigo).
Dos aspectos legais

1. DA INCOMPETÊNCIA DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA PARA PROIBIR PRÁTICAS VETERINÁRIAS
Consoante detida análise do art. 22 do Decreto nº 64.704, DE 17 DE JUNHO DE 1969, a resolução nº 877 do Conselho Federal de Medicina Veterinária, está fadada a ser declarada como nula, desde que a proibição da conchectomia e da caudectomia, não está compreendida entre as inúmeras atribuições do referido órgão.
Art. 22. São atribuições do CFMV:

a) organizar o seu regimento interno;

b) aprovar os regimentos internos dos Conselhos Regionais, modificando o que se tornar necessário para manter a unidade de ação;

c) tomar conhecimento de quaisquer dúvidas suscitadas pelos Conselhos Regionais e dirimi-las;

d) julgar em última instância os recursos das deliberações dos Conselhos Regionais;

e) publicar o relatório anual de seus trabalhos incluindo a relação de todos os profissionais inscritos;

f) expedir as resoluções que se tornarem necessárias à fiel interpretação e execução do presente regulamento;

g) propor ao Governo Federal as alterações da Lei nº 5.517/68 e deste regulamento, que se tornarem necessárias, principalmente as que visem a melhorar a regulamentação do exercício da profissão de médico-veterinário;

h) deliberar sobre as questões oriundas do exercício das atividades afins às de médico veterinário;

i) realizar, periodicamente, reuniões de Conselheiros Federais e Regionais para fixar diretrizes sobre assuntos da profissão;

j) organizar o Código de Deontologia Médico-Veterinária;

L) deliberar sobre o previsto no Artigo 7º deste regulamento;

m) delegar competência para atividade cultural, científica ou social à Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária e decidir sobre delegação de competência dos Conselhos Regionais às Sociedades Estaduais de Medicina Veterinária para o exercício das atividades citadas nesta alínea.

Parágrafo único As questões referentes às atividades afins com outras profissões serão resolvidas através de entendimento com as entidades representativas dessas profissões.

O referido decreto que, por razões óbvias deve ser considerado taxativo, em hipótese alguma, e por mais que possamos ampliar o seu alcance, sugere ter o Conselho atribuição para proibir atividade de veterinário, principalmente atividade outrora permitida e ensinada até a pouco tempo nos bancos das Universidades.

Não nos consta ter o Conselho proibido cursos ministrados por entidades fiscalizadas por ele mesmo, visando o aperfeiçoamento das cirurgias polêmicas alcançadas pela pseuda proibição.

É óbvio que eventual proibição só pode ter como suporte a lei, desde que haja fundamento para que o legislador tenha motivos para editar uma lei que, efetivamente, possa vir a proibir os mencionados procedimentos cirúrgicos.

Ninguém tem o poder de proibir um profissional de trabalhar, a não ser a lei, editada com as necessárias justificativas.

Novamente, nos socorremos de um dos princípios basilares do nosso Direito, isto é, “ninguém é obrigado a fazer ou a deixar de fazer algo, senão em virtude de lei”.

Assim, a referida resolução deve ser considerada nula, sem efeito, sem qualquer coercitividade, na parte em que proíbe as cirurgias da conchectomia e da caudectomia.
2. DO CONTEÚDO DA RESOLUÇÃO 877.
Após a breve dissertação a respeito da natureza das cirurgias proibidas pelo CFMV, e de considerá-las funcionais e não meramente estéticas, desnecessárias e mutilantes, passamos a analisar os efeitos jurídicos da resolução em questão.

Inicialmente é de se ressaltar que a resolução do CFMV só atinge os profissionais da área, isto é, os veterinários. Como não é lei, não tem alcance geral e não obriga às demais pessoas. Assim, pela resolução, somos forçados a concluir um absurdo, ou seja, apenas os veterinários estão proibidos de realizar as mencionadas cirurgias. Portanto, a resolução estabelece uma regra que atinge mortalmente qualquer definição de bom senso. Os profissionais que na verdade são os únicos aptos a realizar os referidos procedimentos, estão proibidos de executá-los.

Qualquer curioso, criador ou possuidor de cães, pode realizar sem problemas o procedimento, pois, como já dissemos, a resolução não alcança as demais pessoas, apenas os veterinários. Não se há de cogitar da aplicação da regra contravencional do exercício irregular de profissão, pois quem corta orelhas de seus próprios cães, não é profissional e nem vive disso.

Logicamente, surgirão inúmeros charlatões ditos práticos que realizarão os procedimentos. E o pior é que a resolução diz estar preocupada com o “bem estar” dos animais[2]. Isso parece verdadeira piada.

Enquanto isso, o mesmo Conselho, parece ignorar o crescimento desmedido das castrações, essas sim mutilantes e que modificam negativamente o temperamento dos cães, sob os discutíveis fundamentos de prevenção de câncer ou de controle populacional[3]. E as eutanásias, feitas indiscriminadamente nas clínicas veterinárias?

Assim, os donos de cães têm o livre arbítrio de castrar e matar seus amigos fiéis, mas não podem contratar um profissional habilitado para a execução de procedimentos cirúrgicos pertinentes às funcionalidades rácicas.

É de pasmar a falta de conhecimento das peculiaridades de cada raça, demonstrada pelo conselho.

Ao que consta, a medida está destituída de qualquer apoio estatístico, como por exemplo, quantos animais morreram nas questionadas cirurgias ou ficaram inutilizados. Qual a metodologia estatística aplicada? Que levantamento bibliográfico dá apoio a tais afirmações? Interessante que levantamento do próprio Conselho, a procura por cirurgias de corte em orelhas e caudas dos cães reduziu nos últimos anos.
Ridículo o argumento de que as referidas operações cirúrgicas causam dor e sofrimento desnecessários aos animais. Ou a castração e a eutanásia são indolores?

Lamentavelmente, falta conhecimento técnico básico ao Conselho, desde que sequer investigaram o que significaria a convivência em matilha desses cães atingidos pela proibição, sem a execução das ditas cirurgias. Um dobermann exercendo a função de guarda, por exemplo, com orelhas íntegras e caudas compridas, estaria totalmente fragilizado no embate.

Ressalte-se, inclusive, ter o referido Conselho agido de forma a depreciar sua própria classe, desde que inúmeros são os profissionais que se especializaram nessas cirurgias proibidas, que têm nas mesmas o ganha pão. Que se danem esses veterinários! Uma simples resolução atinge profissionais que há muitos anos realizam os mencionados procedimentos.

Se o acima narrado já não bastasse, como já dissertamos acima, a resolução é flagrantemente inconstitucional, desde que proíbe o exercício de ato de especialista, outrora permitido. Isso só a lei pode fazer, e assim mesmo apoiada em fatos concretos e irrefutáveis, jamais em conjecturas. E ninguém está obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa, senão em virtude de lei (CF art.5º, inc. II).

Por não se caracterizarem as ditas cirurgias como estéticas, desnecessárias ou mutilantes, e sim funcionais, a nosso ver, podem continuar a ser realizadas sem problemas, desde que o veterinário, ao efetuar os procedimentos, não vai caracterizá-los como estéticos, e sim como funcionais.
Ressalte-se, finalmente, que por não haver lei regulando a matéria, deve ser aplicado aos casos em análise, por semelhança e analogia, a medicina humana, ou seja, posso efetuar uma cirurgia corretiva nas orelhas de meu filho, mas não posso adaptar o meu cão às suas funções rácicas.
Assim, como jurista, professor, Magistrado e criador da raça dobermann, espero que a absurda resolução possa ser revogada pelo próprio conselho, ou corrigida rigorosamente pela Justiça do nosso país.

JOSÉ RUY BORGES PEREIRA
DESEMBARGADOR DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO
Mestre em Direito Processual Penal pela PUC/SP
Criador da raça doberman
http://www.dobermannvbk.com
E-mail: jrbpereira@terra.com.br
http://br.geocities.com/jrborgespereira/

segunda-feira, 18 de abril de 2011

sábado, 16 de abril de 2011

UM POUCO DA GENÉTICA DOS CÃES (parte 1)

O spotting série branca
Manchas brancas nos cães é determinada pelos genes do locus S. Quando usamos o termo "manchas brancas" que significa simplesmente áreas brancas, sem manchas brancas na verdade. Manchas brancas podem ocorrer em qualquer cor, e poderá cobrir até dois eumelanina e feomelanina. Assim, qualquer cão pode ter manchas brancas, sejam elas negras, o fígado, azul, isabella, tigrado, sable, tan-aguçado, merle ou o que quer.
Cabelo branco ocorre quando as células da pele são incapazes de produzir qualquer pigmento. O spotting gene branco prejudica a capacidade das células em determinadas partes da pele para fazer o pigmento, assim que a pele se torna rosada ea pele branca. Unhas e almofadas das patas também tornar-se rosa em áreas onde o pigmento não é produzido.
Há geralmente pensado para ser quatro alelos no locus S, cada um causando quantidades diferentes de branco. No entanto, estas não parecem dar conta da grande variação de marcas vistas em cães, por isso é possível que haja mais que ainda não foram identificados. Os quatro que os geneticistas são certeza existem são:
S - não brancos
s i - irlandês spotting
s p - malhado
w s - extremo) branco ou extremas (malhado
A mancha branca genes são todos pensavam ser um exemplo de dominância incompleta. Isto significa que um cão heterozigotos irão expressar seus gene dominante, a maioria, mas também será afetado pela recessiva mais um. Por exemplo, se um gene é w) extrema (s branco eo outro é irlandês spotting (i s), o cão resultante terá mais do que um branco manchado irlandês cão normal. Desta forma, um cão pode ter aparentemente irlandês manchas ou marcas malhado sem realmente possuir o irlandês manchas ou genes malhado.
Mesmo dominância incompleta não parece cobrir tudo. Minha sugestão é de que pelo menos um gene pode ser adicionada ao locus S - s, t guarnição branca. Trim incluir, no máximo, os pés, ponta da cauda, parte do tórax e, eventualmente, do focinho. Esse padrão poderia, em teoria, pode ser produzido a partir do genótipo SS i (uma cópia de nenhum branco, uma cópia do irlandês spotting), mas quando olhamos para algumas raças que parecem vir somente no padrão de acabamento e nunca irlandês manchas. Se cortar era causada por SS Eu então nós esperaríamos que dois cães com o padrão para a produção de pelo menos alguns cães manchados irlandês (i s s i) se criados juntos, mas isso não parece acontecer. Os cães que são homozigotos para não brancos (SS) às vezes pode ter uma pequena quantidade muito de branco na ponta da cauda, patas e peito, que é simplesmente causada pelo pigmento não espalhar tão longe como deveria quando o feto está se desenvolvendo, mas guarnição parece ser causada por um gene reais como o de outros padrões brancos.
Também é possível que mais de um gene para branco imperiosa, devido às variações observadas entre as raças com o padrão. Algumas raças tendem a ter uma cor na cabeça e na base da cauda, e até mesmo um ou dois patches corpo, mas outros, por exemplo, o Boxer, tendem a ser quase totalmente branca. Entretanto, é possível que os padrões de branco já listados são apenas afetados por modificadores que controlam a quantidade de pigmento, e isso conta para a variação.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

EXPO DA PARAÍIBA

O Kennel Clube do Estado da Paraíba e o Campina Grande Kennel Clube convidam a todos a participar de grande evento Cinófilo do Estado da Paraíba.

DATA:16 e 17 de abril de 2011.
LOCAL:SESI – Serviço Social da Indústria
Distrito Industrial – João Pessoa - PB
BR 101 – Saída para Recife - PE
EXPOSIÇÕES:
Ø CGKC - 16 de Abril 2011 – 09:30
27ª Exposição Panamericana
Árbitro: Sr. Fernando da Costa Maia - PE
28ª Exposição Panamericana Árbitro: Sr. Carlos Alberto Capone - SP
29ª Exposição Panamericana Árbitro: Sr. Celso Roberto Machado Pinto - DF
Ø KCEPB - 17 de Abril 2011 – 09:30
82ª Exposição Panamericana Árbitro: Sra. Maria Clarice Silva de Oliveira
83ª Exposição Panamericana
Árbitro: Sr. Cesar Gerardo Moscoso Caso
84ª Exposição Panamericana
Árbitro: Sr. Luiz Alexandre Araujo Almeida
INSCRIÇÕES:
- No KCEPB, de segunda a sexta-feira, das 15:00h às 19:00h. ou via fax, com o envio dos dados do cão e o comprovante do depósito bancário em favor do Kennel Clube do Estado da Paraíba - Banco do Brasil – Ag 3502-5 – c/c 4.240-4, no valor correspondente a(s) inscrição (ões).

telefax: (83) 3243-7193

E-mail: kennelparaiba@gmail.com

ENCERRAMENTO DAS INSCRIÇÕES:

Impreterivelmente dia 12/04 (3ª feira) às 18:00h.

terça-feira, 15 de março de 2011

ESPECIALIZADA DA RAÇA DOGUE ALEMÃO

Sábado - dia 19 de Março de 2011

Local: Centro de Convenções (FENAPET)

Inicio as 16:00hs

Exposição Espec. Integrada da raça Dogue Alemão

Árbitro: Fabiano Grandi – ES (BR)

Inicio as 19:00hs

Premiação dos Melhores do Ranking DogShow N/NE 2010

Local: Centro de Convenções (FENAPET)

Obs.: Serão entregues as premiações dos Melhores de cada Raça, os 10 Melhores Gerais Adultos, Melhores de Grupo , 5 Melhores Jovens e o Melhor Filhote e Melhores criadores

MINHA TURMA NA PRAIA


TSUNAMI DE DOGUES

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

CUIDADO COM O CÃO....

O sujeito entra numa loja onde há um cartaz: CUIDADO COM O CãO. Dentro ele vê um cachorrinho mínimo com uma cara de manso, deitado no chão ao lado do caixa. - Hei - exclama o sujeito - É este o cachorro com o qual eu tenho que tomar cuidado? - É esse mesmo - responde o caixa. - Mas ele não parece nem um pouco perigoso. Por que o senhor pôs este cartaz? O caixa explica: - Porque antes todo mundo pisava nele.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

sábado, 12 de fevereiro de 2011