UM DOS TRÊS MELHORES CANIS DE DOGUES ALEMÃES ARLEQUINS DO BRASIL EM 2011
One of the top three Great Danes kennels Harlequin Brazil (Dogshow 2011)
MELHOR CANIL DE ARLEQUINS DO NORDESTE DO BRASIL NOS ANOS DE 2004; 2005; 2007; 2011
Best Great Danes kennel in northeastern Brazil in de yars 2004; 2005; 2007; 2011 (Dogshow)

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

PADRÃO DA RAÇA DOGUE ALEMÃO

Tradução do texto original do Padrão da Raça da Federação Internacional de Cinofilia – F.C.I. , traduzido e publicado pela Confederação Brasileira de Cinofilia – CBKC – em sua página: Raças / Padrões - FCI / GRUPO 2 - Raças: Dogue Alemão Padrão FCI 235 - 20/12/2012.
C O N F E D E R A Ç Ã O B R A S I L E I R A D E C I N O F I L I A
Filiada à Fédération Cynologique Internacionale
Classificação F.C. I.:
Grupo 2 - Pinscher e Schnauzer, Molossóides, Boiadeiros e Montanheses
Suíços e raças assemelhadas.
Seção 2 - Molossóides
2.1 - Tipo Mastife
Padrão FCI no 235 - 09 de agosto de 2002.
País de origem: Alemanha
Nome no país de origem: Deutsche Dogge
Utilização: Escolta, guarda e proteção
Sem prova de trabalho

Sergio Meira Lopes de Castro
Presidente da CBKC

Domingos Josué Cruz Setta
Presidente do Conselho Cinotécnico

Tradução: Eulâmpio Neto, Milton Apter e Monica Reifegerste

Impresso em: 01 de julho de 2003.

DOGUE ALEMÃO

Padrão da Raça - FCI/CBKC
NOMENCLATURA CINÓFILA UTILIZADA NESTE PADRÃO
01 - Trufa 13 - Perna 25 - Braço 02 - Focinho 14 - Jarrete 26 - Ponta do esterno
03 - Stop 15 - Metatarso 27 - Ponta do ombro
04 - Crânio 16 - Patas
05 - Occipital 17 - Joelho
06 - Cernelha 18 - Linha inferior
07 - Dorso 19 - Cotovelo a - profundidade do peito
08 - Lombo 20 - Linha do solo
09 - Garupa 21 - Metacarpo b - altura do cotovelo
10 - Raiz da cauda 22 - Carpo
11 - Ísquio 23 - Antebraço a + b = altura do cão
12 - Coxa 24 - Nível do esterno na cernelha
RESUMO HISTÓRICO:
Como ancestral do atual Dogue Alemão, temos o velho Bullenbeisser, que é o meio termo entre o poderoso Mastiff e o ágil Windhund (Galgo). Por Dogue, entende-se um cão grande e forte sem necessidade de pertencer a alguma raça específica. As denominações posteriores, Ulmer Dogge, Englische Dogge, Dinamarques Grande, Hatzrüde, Saupacker e Gross Dogge foram utilizadas em função da cor e do tamanho. No ano de 1878, em Berlim, foi criada uma comissão de sete pessoas, desde criadores até árbitros, profundamente comprometida com essa matéria.
Sob a direção do Dr. Von Bodinus, a comissão tomou uma posição em relação à denominação de todas essas variedades sob o nome “Deutsche Dogge”, tendo sido a pedra fundamental para a criação e a formação de uma raça canina alemã independente. Em 1880, Berlim, por ocasião duma exposição canina, foi elaborado o primeiro padrão da raça Dogue Alemão.
Desde 1888, o “Deutsche Doggen-Club 1888 e V” trata dos assuntos pertencentes à raça, mantendo constantemente o padrão revisado, tendo sofrido desde essa época diversas alterações. O formato desse padrão hoje segue as normas e modelos da FCI.

APARÊNCIA GERAL :
o Dogue Alemão reúne, em sua nobreza, uma constituição grande, forte e bem estruturada: altivez, força e elegância. Devido a essa substância aliada à nobreza, à harmonia de sua figura, a uma estrutura bem proporcionada, assim como, à peculiar expressão de sua cabeça, que impressiona o espectador como uma escultura nobre, o DOGUE ALEMÃO é o Apolo entre as raças caninas.

PROPORÇÕES IMPORTANTES :
a estrutura se afigura quase quadrada, o que se observa, particularmente, nos machos. O comprimento do tronco (da ponta do esterno à ponta do ísquio) para os machos deve ser, no máximo, 5% maior que a altura na cernelha, e para as fêmeas nunca deverá ultrapassar os 10% .

COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO:
amistoso, carinhoso e apegado para com seus donos, principalmente para com as crianças; reservado com estranhos. Auto-confiante, corajoso, de fácil condutibilidade, dócil, excelente cão de companhia e de família, com alto limiar de excitação, sem comportamento agressivo.

CABEÇA
Crânio: em harmonia com a aparência geral; cabeça longa, estreita, expressividade marcante, sutilmente cinzelada [principalmente na região (1b) abaixo dos olhos]; arcada superciliar (2a) bem desenvolvida, sem, entretanto, ser protuberante. A distância da ponta da trufa (4) até o stop (3) é de preferência igual à distância do stop ao occipital (5) que é levemente marcado. As linhas superiores do focinho (1a) e do crânio (2b) são paralelas. Vista de frente, a cabeça deve parecer estreita embora a face dorsal da cana nasal (1c) seja larga e a musculatura das faces moderadamente marcada, jamais grosseira.
Stop: nitidamente marcado.

REGIÃO FACIAL
Trufa: bem desenvolvida, mais para larga do que para redonda, com narinas bem abertas. Deve ser preta, com exceção da variedade arlequim. Para esses, uma trufa preta, manchada, ou mesmo toda cor de carne é tolerável. Na variedade azul, a trufa é de cor antracita (negro diluído).
Focinho: profundo, de preferência quadrado, com comissura labial bem aparente. Lábios de pigmentação escura. Nos arlequins, é tolerada a despigmentação parcial ou total.

Maxilares / Dentes: maxilares largos e bem estruturados. Dentes fortes e saudáveis. Mordedura em tesoura. Dentição completa de acordo com a fórmula dentária (42 dentes).

Olhos: de tamanho médio, com expressão inteligente e amistosa, de preferência escuros, de forma amendoada, com pálpebra s bem aderentes. Nos dogues azuis, olhos ligeiramente mais claros são admitidos. Nos Arlequins, olhos claros ou de duas cores são admitidos.

Orelhas: naturalmente caídas, inseridas altas, de tamanho médio, as dobras frontais rentes às bochechas.. Inseridas nem excessivamente alta, nem muito baixas; não devem ser projetadas lateralmente para fora ou totalmente deitadas em plano vertical.
PESCOÇO: longo, seco e musculoso, bem inserido, diminuindo suavemente em direção à cabeça, com uma linha superior levemente arqueada. Portado erguido e ligeiramente inclinado para a frente.

TRONCO
Cernelha: é o ponto mais alto da linha superior do seu poderoso tronco. Deve ser construída com a escápula, sobressaindo da linha superior.

Dorso: curto e reto, ligeiramente descendente para a garupa em uma linha quase reta.

Flancos: ligeiramente arredondados, largos, bem musculados.

Garupa: larga, fortemente musculada, caindo levemente do ílio à inserção da cauda, fundindo-se imperceptivelmente nela.

Peito: atingindo os cotovelos, costelas bastante arqueadas se estendendo bem para trás. O peito é de boa largura com antepeito bem definido.

Linha inferior: ventre bem esgalgado; com a face inferior do tórax fazendo uma linha inferior bem delineada.

CAUDA: atingindo a ponta do jarrete. Inserida alta, é larga na raiz e afina em direção à ponta. Em repouso, portada caída com uma curva natural; em estado de excitação, portada em forma de sabre, mas não muito acima da linha do dorso. Cauda em escova é indesejável.

MEMBROS ANTERIORES
Ombros: fortemente musculosos. A escápula é longa e plana, formando com o braço um ângulo aproximado de 100° a 110°.

Braços: fortes e musculosos, bem aderentes, deveriam ser um pouco mais longos do que a escápula.

Cotovelos: não virando nem para fora nem para dentro.

Antebraços: fortes, musculosos; vistos de qualquer ângulo, retos.

Carpos: fortes, resistentes, não muito ressaltados do prumo do braço.

Metacarpos: fortes; visto de frente, retos e de perfil, levemente inclinados.

Patas anteriores: arredondadas, dedos bem arqueados e bem fechados (pés de gato).
Unhas curtas, fortes, de preferência escuras.


MEMBROS POSTERIORES: todo o conjunto da estrutura óssea é bem revestido de musculatura forte que deixa a garupa, a anca e a coxa com uma impressão larga e arredondada. Os posteriores, fortes e bem angulados; vistos por trás, paralelos aos anteriores.

coxas: longas, largas e bem musculosas.

Joelhos: colocados em forma quase vertical debaixo da articulação coxofemoral.

Pernas: longas, aproximadamente do mesmo comprimento das coxas. Bem musculosas.

Jarretes: fortes, firmes, não virando nem para fora nem para dentro.

Metatarsos: curtos, fortes, quase perpendiculares ao solo.

Patas posteriores: arredondadas; dedos bem arqueados e bem fechados; pés de gato;
unhas curtas, fortes, de preferência escuras.

MOVIMENTAÇÃO: harmônica, flexível, com boa cobertura de solo, ligeiramente elástica. Os membros, vistos por trás e pela frente, movimentam-se em planos paralelos.

PELE: ajustada ao corpo, bem pigmentada nos exemplares unicolores. Nos Arlequins, a pigmentação acompanha a pelagem.

PELAGEM: muito curta e densa, bem aderente e brilhante.

COR:
o Dogue Alemão é criado em 3 variedades independentes:

dourado e tigrado,

arlequim e preto

e azul.

ALTURA
Altura na cernelha: machos: no mínimo 80cm, não devem exceder 90 cm.
fêmeas: no mínimo 72cm, não devem exceder 84 cm.


Dourado: do dourado claro até o dourado escuro. Desejável uma máscara preta. Indesejável pequenas manchas brancas no peito e nos dedos.

Tigrado: cor de fundo dourado claro até dourado escuro, com listras pretas claramente definidas e de igual espessura na direção das costelas. Desejável máscara preta. Indesejável pequenas manchas brancas no peito e nos dedos.

Arlequim: cor de fundo branco puro, sem nenhuma mancha pequena preta. Manchas preto profundo, bem distribuídas sobre todo o corpo, de fowoato irregular. As manchas acinzentadas ou amarronzadas são indesejáveis.Merles (“Grautiger” ou “Tigres cinzas” - estes apresentam uma pigmentação preta sobre uma cor de base predominantemente cinza) incidem na criação, mas não são desejáveis, embora também não devam ser desqualificados. •

Preto: no preto profundo, manchas brancas são permitidas, como também nos exemplares MANTADOS se tiver o manto todo negro no corpo; focinho, pescoço, peito, ventre, pernas e ponta da cauda podem ser brancos. Como também Dogue com cor básica branca com grandes manchas pretas (PLATTENHUNDE).



Azul: no azul-aço puro, marcas brancas no peito e nas patas são permitidas.


Altura na cernelha: machos: no mínimo 80cm, não devem exceder 90 cm. fêmeas: no mínimo 72cm, não devem exceder 84 cm.
Qualquer desvio dos termos deste patrão deve ser considerado como falta e penalizado na exata proporção de sua gravidade, conforme se segue:

Aparência geral: ausência das características sexuais definidas; falta de harmonia; muito leve ou muito grosseiro.

Caráter: falta de autoconfiança; nervosismo e limiar baixo de excitação.

Cabeça: “stop” muito pouco marcado. • Focinho: lábio enrolado (lábio inferior se posiciona entre os incisivos dos maxilares superior e inferior). • Maxilares / Dentes: desalinhamento individual de qualquer dos incisivos, mas desde que a mordedura permaneça predominantemente correta; dentes muito pequenos, mordedura parcialmente em torquês. • Olhos: proeminentes ou inseridos muito profundamente • Ombros: soltos, sobrecarregados. Escápula em posição reta (verticalizada, pouca inclinada). • Cotovelos: soltos. • Antebraços: arqueados. Proeminentes acima do carpo. • Carpos: proeminentes. Consideravelmente cedidos ou fletidos (dobrados) para frente. • Membros posteriores: angulações muito abertas ou muito fechadas. Jarretes (articulações tíbio-tarsianas) de vaca, muito próximos (Perna em “X”) ou muito afastados (Perna em “Arco” ou em “Barril”). • Patas: achatadas, espalmadas (pés “achinelados”), longas; esporões (quintos dedos ou “ergôs”). FALTAS GRAVES • Temperamento: falta de autoconfiança, tímido, nervoso. • Cabeça: cabeça de maçã, músculos das bochechas (da região infraorbitária) muito proeminentes. • Olhos: pálpebras frouxas, conjuntivas oculares excessivamente vermelhas. • Dorso: selado ou carpeado. • Garupa: muito inclinada (“caída”). • Cauda: com feridas abertas, espessa na ponta ou amputada. • Movimentação: passo de camelo contínuo. FALTAS DESQUALIFICANTES • Cães agressivos ou excessivamente tímidos. • Cães que apresentarem evidentes anomalias físicas ou distúrbios de comportamento devem ser desqualificados. • Temperamento: mordedor por medo, baixo limiar de tolerância. • Trufa: cor de fígado, trufa fendida. • Olhos: ectrópio, entrópio, macroblefaria. Olhos de cores diferentes nos dogues monocromáticos (de cores sólidas). Olhos de cor azul porcelana. • Maxilares / Dentes: prognatismo (superior), enognatismo (prognatismo inferior), mordedura cruzada (torção de mandíbula), mordedura em torquês (pinça). Falta dentária, exceto dois P1 no maxilar inferior. • Cauda: quebrada. • Cor: Dogues dourados ou tigrados: azul prateado ou cor isabela, listra branca na testa, colar branco, patas ou “meias” brancas e a ponta da cauda branca. Dogues arlequins: brancos sem nenhuma mancha preta (albinos), assim como os dogues surdos; os chamados “Porzellantiger” (“Tigres da China” ou “dogues porcelana” - estes geralmente apresentam manchas azuis, cinzas, douradas ou ainda tigradas sobre uma base branca). Dogues azuis: listra branca na testa, colar branco, patas ou “meias” brancas e a ponta da cauda branca. • Tamanho/Altura: abaixo da altura mínima. NOTAS: • os machos devem apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem descidos e acomodados na bolsa escrotal. • somente os cães clinicamente e funcionalmente saudáveis e com conformação típica da raça deveriam ser usados para a reprodução.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

PALESTRA COM DR.WILSON PROTÁSIO


A MASTER DOG MCZ em parceria com o canil IKAN BETTAH PA tem o prazer de convida-los para a palestra ESTRUTURA E MOVIMENTAÇÃO, que será ministrada pelo Dr.Wilson Roberto Protásio Lima (Presidente da SACCPA, Presidente do Conselho Superior da SBCPA, Juiz de Criação e Seleção,Nível Internacional,Titular do Canil Castelo de Prata).
NÚMERO DE VAGAS:12
A palestra que ocorrerá no dia 25/09, a partir das 15hs, no nano auditório do canil IKAN BETTAH, marcará o início das atividades técnicas que esta parceria pretende viabilizar.
Estão previstos ainda:

08,09,10 de outubro ADESTRAMENTO BÁSICO E CINOFILIA ( INST. SGT PM CLAUDIO /INST. LUIZ CAETANO FORMADO PELA SIBORG)
Investimento:300 reais; nºde vagas: 12

05,06,07 de novembro ADESTRAMENTO E PROTEÇÃO (INST. EDUARDO ALVES CANIL SPORTY DOG SP/SIBORG)
Investimento 400 reais; nº de vagas: 12

INSCRIÇÕES: masterdogmcz@gmail.com ou pelo cel 82 93024565

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

terça-feira, 31 de agosto de 2010

CADELA DE SERGIPE ACASALANDO EM NOSSO CANIL

Recebemos com prazer em nossas intalações, a simpática presença do senhor Humberto Dória, empresário sergipano do segmento de plantas ornamentais, que se deslocou de Aracaju à Maceió na companhia de seu filho, para trazer sua linda cadela para acasalar com nosso THOR, e realizar o sonho de ter sua primeira ninhada de dogue alemão, esperamos poder contribuir da melhor forma para que nosso irmão siamês o estado de Sergipe,inicie sua criação de dogues de forma consistente e sustentada.

sábado, 28 de agosto de 2010

quinta-feira, 29 de julho de 2010

quarta-feira, 28 de julho de 2010

sábado, 24 de julho de 2010

Superalimentação e desenvolvimento do esqueleto de cães da raça Dogue Alemão: aspectos clínicos e radiográficos

Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia
Print version ISSN 0102-0935
Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.58 no.4 Belo Horizonte Aug. 2006
doi: 10.1590/S0102-09352006000400010
MEDICINA VETERINÁRIA
Estudou-se o efeito da superalimentação no desenvolvimento do esqueleto de 14 cães da raça Dogue Alemão, utilizando dieta hipercalórica (ração super-premium) associada ao método de alimentação à vontade. Os animais foram distribuídos em dois tratamentos, sendo a ração fornecida à vontade ou restrita. O consumo de alimento foi registrado diariamente e realizaram-se, mensalmente, radiografias do cotovelo e, bimestralmente, do ombro, do quadril e do carpo, visando acompanhar alterações do esqueleto, especificamente quanto ao aparecimento da osteocondrose do ombro e da metáfise distal da ulna, da osteodistrofia hipertrófica e da displasia coxofemoral (DCF). Ao final do experimento, seis cães do grupo que recebeu alimentação à vontade apresentaram-se gordos (87,7%) e um animal obeso (14,3%). Do grupo de alimentação restrita, três filhotes mostraram condição corporal ideal (42,8%), e quatro apresentaram-se magros (57,2%). O exame radiológico revelou alterações compatíveis com o diagnóstico de DCF nos dois grupos; nos alimentados à vontade, a prevalência foi de 51,1% e nos restritos, de 28,6%. A osteocondrose na metáfise distal da ulna, conhecida como retenção do núcleo cartilaginoso, foi observada apenas nos cães alimentados à vontade (57,1%). A superalimentação provocada pelo método de alimentação à vontade, associada com dieta de alta palatabilidade e alta densidade energética em filhotes da raça Dogue Alemão, induziu ao aparecimento de osteocondrose na metáfise distal da ulna e de displasia coxofemoral.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
No grupo que recebeu alimentação à vontade, o consumo excessivo de alimento foi alcançado utilizando-se uma dieta à base de ração extrusada comercial seca, de alta palatabilidade, rica em proteína bruta com densidade energética relativamente alta, associada ao método de alimentação à vontade. Esse método de alimentação é usual entre os criadores e proprietários de cães, principalmente de raças gigantes ou de porte grande, que procuram taxa máxima de crescimento no menor tempo possível. Doenças de conformação óssea são mais comuns em raças gigantes e de grande porte, nas quais a prática de alimentação à vontade pode resultar em ganho de peso excessivo (Hedhammar et al., 1974; Alexander e Wood, 1987; Lepine e Reinhart, 1999).
No grupo de alimentação restrita, a quantidade da dieta foi ajustada semanalmente de acordo com o recomendado pelo fabricante, levando em consideração o peso e a idade dos animais. Estes cães consumiram menor quantidade de ração, e o ganho de peso foi inferior em relação aos filhotes do grupo de alimentação à vontade.
Houve alteração significativa (P<0,01) no consumo médio semanal de ração entre os animais dos dois grupos. O consumo dos animais alimentados à vontade foi superior ao dos alimentados com restrição. Os valores apresentaram oscilação com aumento gradativo de forma linear e uniforme. Em 27 semanas de experimento, a diferença entre os cães alimentados à vontade e os com alimentação restrita foi de 405,49kg, aproximadamente 57,92kg por animal/dia ou 306,46g por animal/dia (Tab. 2).



Verificou-se diferença (P<0,01) no ganho médio total de peso entre os grupos. Nas primeiras semanas do experimento, os filhotes já começaram a apresentar diferenças físicas e, ao final do experimento do grupo de alimentação à vontade, seis cães apresentaram-se gordos (85,7%) e um obeso (14,3%). No grupo de alimentação restrita, quatro estavam magros (57,2%) e três com condição corporal ideal (42,8%). Estes resultados corroboram os obtidos por Dämmrich (1991) em estudo com filhotes da raça Dogue Alemão alimentados à vontade, que apresentaram, aos seis meses de idade, o dobro do peso dos animais alimentados de forma restrita.
A alta porcentagem de cães magros foi resultado da elevada taxa de restrição alimentar imposta aos animais deste estudo, em média 42,5%, superior aos 20 a 30% descritos por Hedhammer et al. (1974) e Kealy et al. (1997).
Richardson e Toll (1997) indicaram o método de restrição de alimento para filhotes em crescimento para adequar a taxa de crescimento às condições corporais ideais. Entretanto, para esses autores, o método restrito de alimentação deve ser acompanhado por uma avaliação clínica do peso corporal dos filhotes em crescimento, e o ajuste da quantidade fornecida da ração deve ser feito caso seja necessário. Esse tipo de ajuste não foi levado em consideração neste experimento.
Os filhotes, com o passar do tempo, consumiram menor quantidade de ração por unidade de peso corporal, o que pode ser atribuído à menor necessidade de nutrientes e energia na fase final do crescimento. Segundo o NRC (Nutrient... 1985), a necessidade energética de um filhote diminui à medida que o seu peso aproxima-se do peso do adulto. A diminuição do consumo de ração em relação ao peso corporal, em animais alimentados à vontade, também foi observada por Alexander e Wood (1997).
Nos filhotes dos dois grupos, não foram encontradas lesões compatíveis com osteodistrofia hipertrófica.
O exame radiológico revelou alterações compatíveis com o diagnóstico de DCF nos dois grupos. A prevalência da displasia foi maior nos cães alimentados à vontade 57,1% versus 28,6% nos filhotes sob restrição alimentar. Esses dados confirmam os de Hedhammar et al. (1974), em que os animais alimentados à vontade, quando comparados aos com alimentação restrita, apresentaram maior incidência de doenças do esqueleto, relacionadas com o crescimento, dentre elas a DCF. Observações semelhantes também foram feitas por Kealy et al. (1997), em estudo sobre a influência da quantidade de calorias ingeridas por um grupo de cães alimentados à vontade e outro recebendo 25% a menos de alimento. Os autores observaram que, aos dois anos de idade, 66,7% dos animais alimentados à vontade apresentavam DCF e apenas 29,2% dos que receberam alimentação restrita mostraram a alteração.
Os resultados revelaram que os irmãos dos animais do grupo de alimentação restrita que foram alimentados à vontade apresentaram DCF em classificação mais avançada. O cão nº 16 do grupo de alimentação restrita foi apenas suspeito de DCF, e o seu irmão nº 8, do grupo de alimentação à vontade, atingiu maior peso corporal ao final do experimento e foi classificado como portador de DCF grave. Esses resultados estão de acordo com Tomlinson e Mclaughin (1996) e Bennett e May (1997), que citaram que o excesso de peso favoreceu a manifestação e a gravidade dessa doença.
Em relação à osteocondrose do úmero, as radiografias revelaram lesões em um filhote de cada grupo. No grupo de alimentação à vontade, o cão nº 1, aos seis meses de idade, apresentou irregularidade compatível com osteocondrose na porção dorsocaudal da cabeça umeral e claudicação aos cinco meses de idade que cessou aos seis meses de idade, sem qualquer tipo de interferência terapêutica. Aos oito meses de idade, esta já não estava mais presente. O cão nº 11 do grupo de alimentação restrita apresentou irregularidade semelhante no mesmo local e com a mesma idade, sem sinais clínicos. Esta lesão persistiu até o término do experimento.
O aparecimento dessa doença neste local confirma que um dos sítios de predileção para a manifestação da lesão é a porção dorsocaudal da cabeça umeral (Krook, 1988; Oliveira, 2001; Sturion et al., 2001). A idade de aparecimento dessas alterações é semelhante à observada por Bennett e May (1997) e Sturion et al. (2001), que relataram que os sinais clínicos geralmente ocorrem entre os cinco e 10 meses de idade.
A osteocondrose na metáfise distal da ulna, conhecida como retenção do núcleo cartilaginoso, foi observada apenas nos cães alimentados à vontade, na freqüência de 57,1%. O cão nº 2 apresentou essa lesão aos quatro, cinco e seis meses de idade, o nº 3 aos quatro e cinco meses, e os cães nº 7 e nº 8 aos quatro e cinco meses de idade, respectivamente. Aos sete meses de idade, essas lesões não estavam mais presentes na metáfise distal da ulna desses animais.
Aos quatro meses de idade, o cão nº 2 apresentou febre (40ºC), claudicação dos membros anteriores, dor e aumento de volume em todas as articulações dos membros e rubor das articulações carpo-rádio-ulnar, e as mãos começaram a rotacionar lateralmente. Os sinais e os sintomas desapareceram espontaneamente após duas semanas. Este cão voltou a claudicar novamente aos cinco meses de idade, por pouco tempo, o que foi resolvido sem qualquer tipo de medicação. O aprumo aos seis meses de idade estava normal. Esse quadro clínico foi compatível com osteodistrofia hipertrófica, mas, radiograficamente, aos quatro, cinco e seis meses de idade, foi encontrada apenas a lesão de retenção do núcleo cartilaginoso na metáfise distal da ulna. Os cães nº 3, 7 e 8 não manifestaram clinicamente qualquer sinal de claudicação ou dor nas articulações.
As lesões de osteocondroses detectadas pelas radiografias coincidiram com o período de alto consumo de alimento em relação ao peso corporal e maior taxa de ganho de peso. Esses resultados estão de acordo com as informações de Hedhammer et al. (1974), que sugeriram existir uma associação entre a alta ingestão de calorias e o aumento do risco de desenvolver osteocondrose, devido à aceleração da taxa de crescimento. Também para Leighton (1997), o período de rápido crescimento dos cães de porte grande ou gigante coincide com a alta taxa de ossificação endocondral.
O consumo diário de cálcio (mg) em relação ao peso corporal (kg), na primeira metade do experimento, foi de 577mg/kg e 422mg/kg pelos cães do grupo de alimentação à vontade e do grupo de alimentação restrita, respectivamente. Os cães alimentados à vontade excederam em 257mg o consumo de cálcio em relação ao citado no NRC (Nutrient... 1985), que é de 320mg/kg de peso corporal. Os animais sob restrição alimentar consumiram, em média, 102mg de cálcio por quilo de peso corporal a mais que o recomendado pelo NRC (Nutrient... 1985). Analisando esses dados, foi possível inferir que o consumo excessivo de cálcio pode ter sido um dos fatores que influenciaram no aparecimento da osteocondrose e que, de acordo com estudo realizado por Goedegebuure e Hazewinkel (1986), os animais que receberam alta quantidade de cálcio na dieta apresentaram a retenção do núcleo cartilaginoso com mais freqüência e gravidade nos sítios de predileção (costela, região proximal do úmero, região distal do rádio e da ulna, região proximal e distal da tíbia). Hazewinkel et al. (1991), em trabalho realizado com filhotes da raça Dogue Alemão, utilizando diferentes níveis de cálcio, concluíram que o excesso de cálcio exerce influência na ossificação endocondral.
O desaparecimento das irregularidades, na porção dorsocaudal da cabeça umeral e nas metáfises da ulna, pode ser explicado pela cura espontânea, que ocorre quando não há o alargamento da espessura da cartilagem (Hazewinkel et al., 1984).

CONCLUSÕES
O método de alimentação à vontade induz ao consumo excessivo, favorecendo maior ganho de peso e, conseqüentemente, maior predisposição de manifestação da DCF e osteocondrose. A restrição alimentar é um método eficaz na prevenção do surgimento da osteocondrose e na redução da severidade da DCF

quarta-feira, 30 de junho de 2010

domingo, 27 de junho de 2010

terça-feira, 15 de junho de 2010

REVERÊNCIA


..Ao Canil West Falen, de propriedade do Henrique F. Neto,berço de Tajj Mahall, La Belle Du Jour,entre outros. Que por muitos anos carregou o dogue alemão nas costas aqui no nordeste, sempre com muita dignidade e competência , a minha REVERÊNCIA

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Enquete extraida da comunidade: dogue alemão em Maceió/Alagoas

QUAL O DOGUE MAIS BONITO ? (ORKUT)

ARLEQUIN
19 votos (27%)
MANTADO
16 votos (22%)
PRETO
16 votos (22%)
AZUL
9 votos (12%)
MERLE
5 votos (7%)
PLAQUEADO
2 votos (2%)
DOURADO
2 votos (2%)
TIGRADO
1 voto (1%)


TOTAL: 70 VOTOS

COMPAREÇA A COMU E VOTE TAMBÉM...

sexta-feira, 4 de junho de 2010

DOGUE ALEMÃO:INDICADOR DE PROSPERIDADE....


Ele é de uma das raças mais sensíveis às oscilações da economia, mas se mantém popular graças ao fascínio do tamanho avantajado, da beleza e da afetividade

Apenas 13 entre mais de 100 raças superaram o Dogue Alemão em quantidade de filhotes registrados no ano passado em nosso país. Nas maiores cinofilias ocidentais a raça também é parte do seleto grupo de cães que mais registra filhotes. Posiciona-se sempre à frente de pelo menos 80% das raças existentes. Nada mal para esse gigante da espécie canina - um exemplar de Dogue Alemão foi apontado como o cão mais alto do mundo, pela edição de 1997 do Guinness Book, o Livro dos Recordes.

O interessante é que o mundo lhe oferece espaços cada vez menores e o reinado do Dogue Alemão continua firme.
Porém, o número de compradores varia de forma curiosa.
A distância entre a vontade de ter um exemplar e se sentir pronto para ser seu dono aumenta ou diminui conforme o sobe-e-desce da economia.
E isso acontece bem mais acentuadamente nessa raça do que nas demais.
Quando a economia vai mal, quem mais adia a compra de cães são os amantes de Dogue Alemão.
Já, se ela vai bem, a venda de exemplares se multiplica velozmente levando à escalada das posições de maior destaque.

FLUTUAÇÃO
Um exemplo da acentuada vulnerabilidade do Dogue Alemão aos tropeços da economia acontece no Brasil. Em 1987, quando a indústria mal conseguia reabastecer o comércio devido à euforia do auge do Plano Cruzado, o Dogue Alemão tornou-se a quinta raça a mais registrar filhotes na Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC). Foi seu recorde nacional, com 4.295 registros, mais do que o dobro dos 1.825 no ano passado.

Desde então, apesar das crises, o total de cães de todas as raças registradas quase dobrou na CBKC. Devido a isso, a participação do Dogue Alemão sobre o total da Cinofilia caiu para menos de um quarto do que era. De 1987 para cá, despencou de 82 para 19 Dogues para cada mil cães registrados. O impressionante é que, mesmo assim, o Dogue Alemão ainda é a 14ª raça mais registrada no Brasil.

Outro bom exemplo das flutuações do Dogue Alemão, devido à situação econômica, está nos Estados Unidos. Lá ele desceu da 19ª posição em registros, pelo American Kennel Club (AKC), no início da década passada, para a 35ª, em 1993. A economia amargava uma fase ruim e os norte-americanos, como se sabe, dão valor a cada centavo.
"Você adquire uma cama para cão pequeno por 10 a 15 dólares, enquanto para um Dogue Alemão custa cerca de 100 dólares", compara Linda Tonnancour, presidente da mais importante entidade norte-americana da raça e a que mais registra Dogue Alemão no mundo, o Great Dane Club of America GDCA). "Castrar um Dogue custa o triplo dos cerca de 100 dólares cobrados pela cirurgia em cães pequenos ou médios", acrescenta. Desde 1993, economistas e criadores norte-americanos passaram a ter motivos para comemorar. Com a recuperação da economia, o Dogue Alemão disparou.
Reconquistou, ano a ano, sete posições perdidas, colocando-se no 28º lugar em 1998, em uma Cinofilia que registra 146 raças.

Mais um exemplo vem do próspero país de origem do Dogue Alemão, a Alemanha. Há seis anos a raça era a 12ª mais registrada. Agora é a 10ª. Pode ter certeza, a economia vai muito bem por lá.

texto originalmente encontrado no site petbrazil

domingo, 30 de maio de 2010

REVERÊNCIA


Este é HANNOVER'S IMPERIAL BRANDY BMW, "BRANDY" é uma referência para o nosso canil, sem ter sido campeão mundial, provavelmente é dententor de um recorde da raça, 45 best in shows, tendo sido também campeão brasileiro na época que existia esta competição e pai da cadela campeã brasileira SQUEZZ DO CLOS VENGA. Com uma altura de 93 cm na cernelha e uma considerável massa muscular, BRANDY teria sido GRANDE VENCEDOR NACIONAL várias vezes se isto fosse possível, com filhos espalhados em toda america latina, BRANDY foi um grande estímulo para mim no meu início de canil, á BRANDY a minha REVERÊNCIA.
ALGUNS DE NOSSO MELHORES CÃES, TÊM NA SUA GENÉTICA A IMPRESSÃO DESTE MARAVILHOSO ANIMAL.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

DOGUES CINEMATOGRÁFICOS...



SCOOBY DOO


ASTRO


Astro
Astro é um cachorro enorme, amável, carinhoso e conversador. Sempre querendo agradar, ele faz tudo por comida, diversão e uma oportunidade para dormir dentro de casa. Ele é um cão sensível e cai no choro quando percebe que George não está lhe dando toda atenção e carinho que ele sente merecer. George acaba o tempo todo se desculpando e sucumbindo às vontades e desejos do seu querido cão falante. Apesar de todo o seu tamanho e pêlo, Astro não tem nada de bravo. Medroso e dócil, Astro em geral corre de situações assustadoras. Sua capacidade de fala e sua personalidade carinhosa fazem de Astro uma parte imprescindível da família Jetson.

Cães sem pedigree

(O flagelo da criação evolutiva e organizada, embustes, desinformação e mercado negro)
                      por Wilson Protásio*

Pedigree (Registro genealógico) é uma expressão inglesa que significa documento que congrega dados genealógicos de um indivíduo informando as suas características genéticas trazidas por determinado número de gerações anteriores. No caso específico do cão Pastor Alemão é através dessas informações genéticas (genótipos) e na análise da estrutura do par a ser acasalado (fenótipos) que os criadores programam seus produtos, sempre, visando a evolução e o aprimoramento da raça. Sem nenhum laivo de dúvidas, isto é vital para uma criação de excelência, porque sem essas fundamentais observâncias qualquer raça canina caminharia para o retrocesso e, quiçá, a extinção.

Denota-se, sem medo de errar e pela nossa experiência de quase 40 anos de criação o seguinte: O cão que não tem pedigree, com toda certeza, é portador de problemas com ele, com os pais, com o “criador”, ou, na pior das hipóteses, de todos esses problemas juntos. Comumente, quando indagamos a esses “criadores”, eles respondem: - o meu cão não tem, mas os pais tem. Normalmente isso é uma inverdade, ou vergonha de dizer que seu animal não tem registro, assumindo, assim, que sabe que foi lesado. Os mais desinformados, não. Acreditam no que não sabem e afirmam que seu cão é uma mistura de lobo com cão policial. Essa é de doer, porque além do cão não possuir um pedigree, ainda é mestiço. Ah! Meus irmãozinhos sem juízo. Lobo é lobo e cão é cão e policial não é raça. Todo cão ou homem que trabalha na polícia é um policial.

Essas desinformações, folclores e descasos daqueles que se dizem criadores e se consideram espertos adeptos da Lei de Gerson, pensando em levar vantagem, caem, como verdadeiros patinhos, nas mãos dos vendedores de cachorros que não tem nenhum compromisso com qualquer raça e, muito menos, com evolução e aprimoramento genético e obtenção de bons fenótipos. O negócio é vender um filhotinho bonitinho - porque todo filhote é bonitinho - e, depois, o coitado do comprador que se julgou esperto porque comprou um “filhote de raça” por um baixo preço, descobre que o filhotinho, bonitinho não passa de um arremedo da raça, um substrato e, às vezes, nem parecido com o que ele pretendia. Que pena!!! - É..., mas, agora, já me afeiçoei a ele e vou ficar, né?

Cães com registro não significa dizer, nem ao longe, que são cães para exposições. O cão com pedigree é uma garantia de que o comprador adquiriu, realmente, um verdadeiro representante de sua raça que convivera com a família do comprador que, se quiser, poderá ser um futuro criador.

O inverso, sim, significa levar para casa uma incógnita, uma possível bomba relógio, que poderá explodir a qualquer tempo. Afinal, sem nenhuma informação sobre a genética e a pureza de raça do animal adquirido os riscos serão iminentes para toda a família. Será que uma irresponsabilidade dessas compensa um baixo custo?

Por oportuno, trazemos a lume um fato verídico de engodo na venda de filhotes. Adentrei um certo Pet Shoop e perguntei quanto custava o filhote de Pastor Alemão exposto na vitrine. O vendedor me falou: - Sem pedigree é R$ 600,00 e com pedigree é R$ 800,00. O incauto e leigo, com certeza e para levar vantagem, preferiria comprar sem pedigree, porque é mais barato, ainda mais, dividido no cartão. Como vemos, o vendedor induziria o leigo a comprar sem pedigree, mas não é só isso. Tem um outro golpe. Na verdade, constatamos que o filhote nunca teve pedigree e, para nos criadores, não vale, absolutamente, nada, ou R$ 0,00, mas sabemos que “os criadores” de araque vendem esses animais de origens duvidosas por cerca de R$ 150,00 a R$ 200,00. Então vejamos, por este exemplo, como um adquirente desinformado entraria pelo cano, achando que havia feito um ótimo negócio.

Sabemos que esta é uma questão pontualmente cultural, mas burrice também tem limites. Quando vamos adquirir um bem e dele nada, ou pouco, entendemos, procuramos alguém de confiança que nos oriente, justamente para que não sejamos enganados. Entendemos que o mesmo deve ocorrer quando alguém se dispõe a adquirir um cãozinho, para que não seja lesado. Nós temos, em Maceió, muito bons canis e criadores criteriosos à disposição dos admiradores do Pastor Alemão. Então Prezados Leitores, não comprem gato por lebre. Exijam o pedigree na compra de filhotes e, na dúvida, procure a Sociedade Alagoana de Criadores de Cães Pastores Alemães, através deste blog.

Lembrem-se, sempre:

Cachorro sem pedigree/ É coisa que desabono/ Vendedores de cachorros/
Vivem de seu engano/ E ficam morrendo de rir/ Quando alguém entra pelo cano
.

* Wilson Roberto Protásio Lima
Presidente da SACCPA – Alagoana
Presidente do Conselho Superior da SBCPA - Nacional
Titular do canil Castelo de Prata, desde 1973
Juiz de Criação e Seleção, internacional.
Criador da fêmea Siegerin/Brasil 2009
Contatos
wilson.protasio@ig.com.br
(82) 3376-9000 begin_of_the_skype_highlighting             

domingo, 16 de maio de 2010

GIANT GEORGE o cão mais alto do mundo


Pesando mais de 112 quilos e com 1,09 metros de altura, o Guinness World Record Holder para o cão vivo mais alto do mundo GEORGE.

* 4 anos de idade, nascido em 17 de novembro, 2005
* Cachorro dinamarquês
* AKC registrados
* Dorme em uma cama queen-size ... sozinho
* Consome 50kg de alimento a cada mês
* Tem que se curvar para beber água da torneira da cozinha (veja foto)
* Senta em uma cadeira como um ser humano

quinta-feira, 13 de maio de 2010

MARMADUKE

13/05/2010 - Marmaduke: Filme estrelado por Dogue Alemão previsto para Junho no Brasil



Dados do filme: Nome: Marmaduke Ano: 2010 País: Estados Unidos Diretor: Tom Dey Distribuidora: Fox films Gênero: Comédia Elenco Com: Owen Wilson e William H. Macy Data Prevista no Brasil: 04/06/2010 Sinopse: Marmaduke é um dogue alemão que acompanha sua família quando se muda do Kansas a Orange County, na Califórnia. Ele faz bagunça onde quer que vá, e sonha em virar um cachorro de competição. Maiores informações sobre o filme (em inglês) no Internet Movie Database http://www.imdb.com/title/tt1392197/ Saiba mais sobre o...

domingo, 2 de maio de 2010

TRIBUTO AOS PRIMEIROS


BAMBI,INESQUECIVEL; EU ,MAGRINHO; E MEU FILHO PEDRO, HOJE COM 20 ANOS. NESTA FOTO AINDA NA CASA DE MEUS PAIS.

TRIBUTO AOS PRIMEIROS

O primeiro dogue da família, foi um pedido/presente do meu irmão Elton quando ele passou no vestibular, então ganhou Bambi uma merle linda, e sem dúvida a melhor companhia canina que um homem poderia ter. O tempo passou, eu me casei. Viviane minha esposa, mesmo não se sentindo confortável com os cães, como grande companheira que é, me estimulou quando o amigo Cláudio, me ofereceu uma cadela que estava sendo vítima de maus tratos. Athaua estava esquelética , ao nos aproximarmos se deitou tremendo e urinando, foi um trabalho levá-la para casa. Dois meses após a sua chegada em nossa casa ela tinha engordado um pouco( nunca se tornou forte), mas as nossas caminhadas noturnas quando chegava do trabalho, fizeram com que readiquirisse autoconfiança, ela se tornou uma excelente companhia e também ótima guardiã. Menos de dois anos após sua chegada faleceu com câncer, foi muito ruim. Algum tempo depois adquiri uma propriedade nos arredores de Maceió, e comecei a construir minha casa, logo sentimos a necessidade de um cão de guarda. Fascinado com o companheirismo de Bambi e Athaua, Vivi e eu resolvemos comprar um dogue, surgia uma nova Athaua (homenagem) nas nossas vidas, como ela era ainda muito pequenina solicitei e recebi autorização da família para trazer Bambi, foi maravilhoso, o espaço para ela era muito maior, ela era só alegria, Bambi nos protegeu ainda por quatro anos. Depois vieram twan, Roi, PALOMA, Pégasus, SHAY, Thor....

quinta-feira, 29 de abril de 2010

O papo é dogue.... ( Schirlei Severo)



BISS XAFIK VON KAYSER DRACHE (ABSOLUTO )
XAFIK REPRESENTA O TRABALHO DE SCHIRLEI, POIS NO SEU PEDIGREE CONSTAM
GRECO,WESLEY E BRETAN TRÊS DE SEUS MELHORES CÃES

O papo é dogue....



(MARTITA VON KAYSER DRACHE X CHANOZ TRUMPETER "Zorba" , ownership Breeder Von Ferden, UY))

BOS Nacional 2009 - CBRDA

O papo é dogue....

Hoje a nossa convidada é Schirlei Severo, titular do canil KAYSER DRACHE. Em 2003 tive o prazer de visita-la, e conhecer de perto seu trabalho. A época Shirlei já havia importado Greco Del Pur Sang da Argentina e Wesley Van't Oenselerheem, e tinha acabado de receber Simon do famoso canil Tor Lupara.
Pequenina, guarda em si uma enorme determinação e coragem. Seus resultados mais Recentes refletem seu trabalho:
BISS PRÉ NACIONAL 2008 CBRDA (BISS XAFIK VON KAYSER DRACHE)
BOB NACIONAL 2009 CBRDA (MCKENNA VON KAYSER DRACHE)
BOS NACIONAL 2009 CBRDA (Maragato Ferden Von Kayser Drache)
BISS JOVEM PRÉ NACIONAL 2009 CBRDA (Maragato Ferden Von Kayser Drache )

O papo é dogue....

Querida, recentemente fizemos uma pesquisa informal buscando avaliar os cães (dogues) que faziam parte do plantel do nosso estado, mas que eram oriundos de outros centros, e chegamos ao seguinte resultado (de 21 cães pesquisados) : 7 têm problema de boca 33,3% (não contei falta de p1); 3 têm problemas sérios de estrutura 14,2% (acredito que o número seja maior, pois só estes fizeram chapas radiográficas); 1 tem problema de pele 4,7% (sarna dermodécica); 1 problema de temperamento 4,7%.
Agora o mais trágico, apenas 8 são saudáveis, ou seja apenas 38 % dos cães que nos chegam poderiam ser utilizados, este número pode piorar porque estes ainda não fizeram chapas. Veja, eu n estou falando de cães para pista não, eu estou falando de cães saudáveis.
Dos estados avaliados ( S. Paulo, S. Catarina, Pernambuco, R. de Janeiro e R.G. Sul ) o seu estado, foi que teve melhor desempenho com apenas 25% de cães com algum problema.
Não estou afirmando que é porque é Alagoas, nem estou querendo afirmar que existe má fé, gostaria de discutir a seguinte situação: Será que a criação de dogue alemão não está precisando de mais critérios? Um indivíduo paga 2,3,4,5 mil reais para adquirir um cão achando que está dando um passo para frente, e descobre que tem 62% de chance de se dar mal ....


Oi Byron, parabéns pela iniciativa!
A saúde na criação é uma preocupação minha. Crio sobre um trinômio:
saúde-temperamento-estrutura, para tanto, fiz uma lista de prioridades, e não que a falta de dentes não me preocupe, é que penso que tem coisas mais graves, no que se refere ao bem estar do cão, do que a falta de um ou dois dentes...ele se alimentará normalmente e terá, portanto, uma boa vida. Mas com displasia, prognatismo, megaesôfago, medo, agressividade.... jamais.
Eu acredito sim que necessitamos de mais critérios, e menos ações de correção estética, como implantes e aparelhos. Precisamos de gente com mais vergonha na cara mesmo. Mas isto já é bem mais difícil do que se pensa.
Os critérios que adotarmos agora apenas refletirão daqui há muitos anos. É preciso limpar um pedigree, e isto somente é possível após muitas gerações, e não se pode limpar todos os problemas de uma única vez.
Eu li um artigo sobre displasia, que dizia se tratar de uma doença poligênica, ou seja, é necessário um conjunto de genes para que ela se
manifeste, mas se o macho possui uma parte, e a fêmea outra parte, e ao
unirem-se os genes, que são jogados aleatoriamente aos filhotes, coincidirem de formar um conjunto completo para displasia, aquele filhote será displásico, enquanto outros não, e mesmo enquanto o pai e a mãe não o são. É preciso estudar mais a respeito a fim de certificar que esta afirmação é verdadeira.
Outras anomalias como megaesôfago praticamente tiram o cão de cena. Mas há tratamento. Cura mesmo. Mas o problema é, via de regra, genético. Veja, via de regra, não 100% genético.
Mas teria conversa para horas e horas aqui. EU adoro falar sobre isto! Rssss
Com o CBRDA (Conselho Brasileiro da Raça Dogue Alemão), espero obtermos gradativamente, as regras e os critérios para uma boa criação, saudável e bonita.
Eu vi que tu tens Bordeux. EU tenho um casal, mas são irmãos inteiros. Quem sabe tu não tens aí um macho para a minha menina, né?

Beijos!!

Schirlei

sábado, 24 de abril de 2010

INDRA (IRON) AINDA NO NOSSO CANIL...


IRON ESTARÁ PARTICIPANDO DE SUA PRIMEIRA EXPOSIÇÃO DIA 01/05 EM RECIFE. AO ALYSSON A NOSSA TORCIDA

terça-feira, 20 de abril de 2010

VOCES LEBRAM DO INDRA?


AGORA SEU NOME É IRON. OLHA ELE COM O SEU PROPRIETÁRIO, O ALYSSON

OLHA QUE COISA LINDA....

MAIS INDRA ops IRON

sábado, 10 de abril de 2010

Dicas para reproduzir bem

12 regras da Ann Seranne (que estão no livro "The Joy Of Breeding Your Own Show Dog").(trazido por Roberta Zeppelini para lista de criadores de DA no yahoo)
Uma vez que eu não sou uma geneticista, eu não pretendo dizer a você como reproduzir, mas, depois de 20 anos de criação e de apresentação de cães em exposições e me sentindo perto do pulsar do coração dos amantes da cinofilia, eu talvez tenha condições de ajudá-los a evitar alguns erros que são muito fáceis de se cometer.
1) Esteja preparado para começar de novo. Analise atentamente o seu plantel para reprodução. Examine-os parados livremente, movendo-se, e avalie suas melhores qualidades e defeitos. Vale mesmo a pena reproduzi-los? Caso não, seja corajoso e leve-os para casas que estão querendo um bom pet.
2) É melhor cruzar uma cadela que tem muita qualidade no conjunto mas uma falta grave do que tentar corrigir um monte de pequenos defeitos em uma cadela medíocre. Eliminá-los poderá tomar uma vida inteira e são enormes as chances de essa cadela não merecer ser acasalada. Uma falta grave que você pode ver é causada por um gene homozigoto e é muito mais fácil de eliminá-la do seu futuro plantel de criação.
3) Até você ter conseguido um número bom de excelentes ninhadas e ter considerável experiência na sua raça, não tente fazer cruzamentos fechados de mais. Use o line-breeding cruzando primos com primos, tio com sobrinha, bisneta com bisavô.
4) Nunca cruze dois cães apresentando o mesmo defeito ou dois cães que você saiba que carregam os mesmos genes que gerarão um defeito.
5) Não tente corrigir um exagero cruzando com o seu oposto. Cruze com um cão bem balanceado, bem estruturado e na proporção correta.
6) Evite o excesso de inbreeding e use o outcross somente quando for absolutamente necessário. Quando você for fazer um outcross, use um padreador que seja distante, mas que tenha alguma relação com o acasalamento, ou use um padreador que é fruto de um inbreeding ou de um linebreeding fechado. Um padreador que vem de um inbreeding ou de um linebreeding fechado provavelmente introduzirá menos defeitos do que um que vem de um cruzamento muito aberto.
7) Depois de fazer um outcross, selecione os melhores filhotes e cruze-os de volta com os pais ou avós. Até a segunda geração, você não saberá realmente quais faltas ou virtudes foram introduzidas no seu programa de reprodução pelo outcross. Metade dos descendentes deverá mostrar a qualidade que você quer introduzir na estrutura genética dos seus cães.
8) Cruze para corrigir um defeito ou para melhorar a qualidade de uma vez. E, se possível, procure pela seleção entre a sua própria família, mais do que recorrendo a um outcross. Lembre-se que toda vez que você faz um outcross você abre uma nova "caixinha de surpresas".
9) Se possível, desenvolva duas linhas de sangue complementares que possam ser cruzadas juntas. Uma terceira linha, conectada com as duas, seria a Utopia, o Ideal, mas impraticável para a maioria.
10) Mantenha um acompanhamento dos cães que você vendeu, visando voltar a um deles se for necessário.
11) Não corra para cruzar com o Vencedor Top do momento. Primeiro, investigue a qualidade do pai dele. Quase sempre é melhor cruzar com o padreador do Vencedor Top do que com o próprio Vencedor Top.
12) Coloque os seus objetivos lá em cima e não vacile. Quando as coisas ficarem duras e difíceis, lembre-se que a seleção Mendeliana é uma espécie de troca dos maus genes pelos bons genes. A próxima geração será melhor. Não desista tão rapidamente.

domingo, 4 de abril de 2010

sexta-feira, 26 de março de 2010

O papo é dogue ...(3/3) (Roberta Zeppelini).

Roberta,Que características precisam ser melhoradas no dogue nordestino?
Na variedade dourados e tigrados acho que estamos com um plantel bastante homogêneo com pequenas variações apenas no CE e RN, variações apenas de linhagem , pois os dogues nascidos nesses estados são também de qualidade superior. No que toca as variedades arlequins, pretos e mantados e os azuis, aí temos um problema. Não existe homogeneidade e poucos criadores estão fazendo um trabalho mais consistente. Acho que devemos ainda fazer a lição de casa quando se trata dessas duas variedades.
Qual a importância do CBRDA?
O Conselho Brasileiro da Raça Dogue Alemão é de vital importância para que possamos estabelecer parâmetros de criação dentro do Brasil. Estamos trabalhando avidamente no Guia de Cores. Esse guia já foi homologado e enviado a todos os kenneis do Brasil. Agora temos que realmente implantar o cumprimento do que está ali disposto.
Além disso o Conselho é um órgão de assessoria à CBKC, que sempre o consulta quando questões envolvendo a raça são abordadas em nível nacional.

Temos muito trabalho ainda, mas já demos o primeiro passo.
Nós de O papo é dogue... agradecemos a Roberta Zeppelinea gentileza do papo e a energia e inteligência dirigida a "nossa raça".

quarta-feira, 24 de março de 2010

O papo é dogue...(2ª parte)

Roberta por que você cria dogues alemães?seus pais já criavam?Eu sempre gostei da raça, desde pequena quando pesava que a denominação da mesma era “dinamarquês”. Meu pai criava pastores alemães e fla brasileiro e eu insistia com meu “dinamarqueses”, rsrsrs.
A raça reúne tudo que julgo necessário em um cão: beleza, bravura, companheirismo e saúde.
Como você enxerga a cinofilia no nordeste , em especial a cinofilia do dogue alemão?

O NE é a síntese do antagônico. Possui grandes cinófilos que investem bastante em suas criações e nas exposições tanto a nível regional quanto nacional e internacional, entretanto, nossa cinofilia local ainda deixa muito a desejar. Quando comparamos nossos eventos com os eventos realizados em grandes centros brasileiros, vejo que ainda falta muito a se fazer, ainda somos muito amadores, de uma forma geral. No que toca o dogue alemão própria mente dito acho que estamos em um bom nível quando comparada a raça com os demais estados da Federação. Se checarmos as estatísticas e os rankings publicados vemos que invariavelmente dogues nordestinos estão entre os 03 primeiros do Brasil. Aqui já produzimos campeões mundiais, internacionais, vencedores de ranking nacional por diversas vezes, grande vencedores nacionais e o primeiro dogue alemão a sagrar-se JOVEM VENCEDOR NACIONAL na história da raça no Brasil.

segunda-feira, 22 de março de 2010

O papo é dogue...(1ª parte)

Estamos iniciando um espaço para receber amigos e personalidades do universo do dogue, o objetivo é desmistificar alguns conceitos, gerar polêmicas, expandir sentimentos. O dogue será sempre o motivo principal para buscarmos amizades e conhecimentos novos.
Bem tomada a decisão fiquei imaginando qual seria o primeiro convidado, muitos criadores têm dado sua contribuição para a evolução da raça no nosso pais, optei por uma garota determinada, e perfeccionista: Roberta Zeppelini.
Roberta a partir da sua chegada a Recife revolucionou a criação do dogue, saibam um pouquinho sobre ela:
Nome: Roberta Zeppelini, natural de Curitiba/PR
Criadora de dogue alemão desde 1994 quando registrou seu primeiro canil com o nome de Magia do Retiro. Nessa época já tinha dois dogues um preto e uma tigrada, mas somente após ter conhecido o Dr. Duperron Alencar foi que iniciou realmente nas lides cinófilas ligadas ao dogue alemão. Seu primeiro dogue de pista foi uma cadela mantada de nome AEBRE’S ANTARA OF WIND MAGIC, filha de um cão importado dos EUA do canil BMW que pertencia à presidente do Kennel CLub de Goiás. Após essa cadela, no ano de 1995, conheceu o Rivail Cerqueria , Titular do canil THE BAMEL, com quem firmou a primeira parceria, com uma cadela dourada de nome HONEY BIBEN’S OF THE BAMEL. Foi nessa época também que ajudou a fundar o DDA – Departamento e Dogue Alemão, ligado ao KCG. A Honey foi um marco na sua vida. Roberta já tinha uma dourada mas atribui a Honey o fato de entrar de cabeça na criação. Em setembro de 1997 mudou-se para Recife e seu canil mudou de nome também passou a chamar-se DOUBLE M ( www.doublem.vet.br ), em homenagem ao seu marido (Mércio Murilo), trouxe na bagagem 02 dogues, a Antara e o Turus (dourado). Passado alguns anos já fazia parte da diretoria de exposições do KCEP e ajudou a fundar o Departamento de Dogue Alemão do kennel pernambucano. Em 1999 ganhou seu primeiro BIS. Já tinha logrado outras vitórias com a Honey e com a Antara, sempre de 2º. A 5º, e BIS de especializadas mas nunca um 1º. BIS de Geral. Foi o cão de criação da Maria Adela, canil Rodney King, Rodeny King Bil-Pet Eliot que lhe deu essa alegria. A partir daí a criação deslanchou e com ela as vitórias em pista. São de sua criaçãoa DOUBLE M LUA a melhor dogue do Brasil em 2001, DOUBLE M ODIN de propriedade do amigo Silvio Neves Baptista que foi o melhor dogue alemão do Brasil por dois anos consecutivos, 2003 e 2004, DOUBLE M SIR HANS, também de propriedade do Silvio que foi o dogue alemão mais premiado na história da raça no Brasil com inúmeros BIS e finais de esposição. Atualmente é membro do CBRDA - CONSELHO BRASILEIRO DA RAÇA DOGUE ALEMÃO.
Acompanhe esta semana todo o desenrolar de O PAPO É DOGUE... com Roberta

terça-feira, 16 de março de 2010

HUMMER X FERRARI

O Hummer tem pneus avantajados que os fazem ignorar pedras, escalar barrancos. A força de sua tração vem do conjunto motor-câmbio da GM: um V8 6.5 movido a gasolina, controlado eletronicamente, que gera 195 cv a 3.400 rpm. O torque impressiona: são 59 mkgf a apenas 1.800 rpm. Isso significa que o carro precisa de pouca aceleração para vencer obstáculos. Na estrada, o Hummer alcança 90 km/h a 2 mil rpm. A fábrica informa que ele chega a 134 km/h . Mas é no barro que o Hummer se sente bem.
Já a Ferrari F430 é uma máquina super esportiva de alto desempenho feita para correr e correr muito, Motor: V8 de 4.3 litros, Potência: 490 cavalos, é belíssima e a sua fama entre os super carros é das melhores.
Bem, qualquer um dos dois ficaria ótimo na minha garagem, rs. O fato é que embora sejam maravilhosos, têm funções e usos diferentes, não dá para querer que a Ferrarri tenha um bom desempenho no barro , bem com querer que o Hummer seja competitivo no asfalto.
O que carros têm a ver com cães? Muito, os cães ao longo do tempo foram sendo selecionados para desempenhar funções específicas, assim, é que os hounds tem orelhas caídas para diminuir a audição e privilegiar o faro, os cães de regate no frio tiveram valorizado a qualidade de seu pelo para lhe possibilitar uma resistência maior a ação da baixa temperatura.
Feita estas considerações, gostaria de discutir um pouco sobre a conformação do dogue alemão. Cão de muitas funções o dogue já acompanhou charretes de nobres, já caçou javalis, já guardou propriedades, e hoje é muito utilizado como companhia e guarda. Sendo assim o Apolo dos cães, foi sendo burilado ao longo do tempo para aglutinar algumas características, por exemplo, para proteger os cortejos, deveria ser destemido, de bom tamanho, no entanto não poderia ser demasiado pesado pois assim não teria condição de realizar grandes trajetos, também se fosse demasiado pesado não teria condição de perseguir um javali; não poderia ser descontrolado, pois a pele da caça tinha um alto valor, um cão que a dilacerasse não teria muita serventia. Hoje, o uso deste gigante na proteção de lares, tem feito da busca por um temperamento ainda mais equilibrado uma meta a ser perseguida pelos criadores, paralelo a isto é um consenso que cães demasiados grandes e pesados além de fugirem ao padrão, têm uma maior probabilidade de terem problemas de saúde óssea e cardíaca.
EQUILÍBRIO, esta é a palavra que define o dogue alemão, equilíbrio entre coragem e braveza, entre força e leveza, entre seriedade de expressão e beleza.

por Byron Barros

domingo, 28 de fevereiro de 2010


foto de IKAN BETTAH CHARM "MANTO" em stay naturak

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

MAIS UMA AQUISIÇÃO




CANIL IKAN BETTAH firma parceria com CANIL TIEN KUAN na belísima DONATELLA (fotos em breve) irmã do magnífico ARAGON (na foto)

BOXER NEXT ELVIS Nosso padreador dourado aos 5 meses

ESPAÇO DO KENNEL



O Kennel Club do Estado de Alagoas é uma entidade de utilidade pública sem fins lucrativos localizado na class="blsp-spelling-error">Av. Siqueira Campos 1295 no Parque da Pecuária, o telefone de contato é: 82 32235760 das 3ª as 5ª feiras de 9:00 às 11:30 e de 14:00 ás 17:00 horas.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

sábado, 9 de janeiro de 2010

CAEZAR V. OXEMBERG


ESTE MAGNÍFICO ANIMAL APRESENTADO POR JULIANA LAVOURA, É CAEZAR V. OXEMBERG AVÔ PATENO DE NOSSOS FILHOTES, CAESAR FOI O MELHOR DOGUE ALEMÃO ARLEQUIM DO BRASIL EM 2007

ALGUNS RESULTADOS DE NOSSO TRABALHO

MELHOR CANIL DO NORDESTE DO BRASIL NOS ANOS DE 2004,2005,2007, 2011 (parcial)

VENCEDOR DAS ESPECILIZADAS REALIZADAS NO NORDESTE DO BRASIL NOS ANOS DE 1999 E 2000 (VARIEDADE ARLEQUIM)



Ranking DogShow Breeder - 2007 - Por Raça - Região 1
Grupo: 2 Raça: DOGUE ALEMÃO PRETO/ARLEQUIM
Pos.
Criador
Pts.
1
IKAN BETTAH
274
2
Dream Makers
191
3
VON VALLEM
13
4
Solar Wonderful
10
5
CIELO AZZURRO
9
6
Double M Kennel
3


Ranking DogShow Breeder - 2005 - Por Raça - Região 1 Grupo: 2
Raça: DOGUE ALEMÃO PRETO/ARLEQUIM
1. IKAN BETTAH 109 Pts
2. V. OXEMBERG 63 Pts
3. V. VALLEM 15 Pts

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010



Ranking DogShow Breeder - 2004 - Por Raça - Região 1 Grupo: 2
Raça: DOGUE ALEMÃO PRETO/ARLEQUIM
1
IKAN BETTAH
445
2
Gigantes Leon
54
3
CANIL HARLE TOWERS
36
4
Canil Dauberer


Ranking DogShow - 1999 - Por Raça - Região 1
Grupo: 2 Raça: DOGUE ALEMÃO PRETO/ARLEQUIM
Pos.
Nome
Proprietário/Handler
Pts.
1
PRINSES DO CLOS VENGAR
UBIRATAN GONÇALVES PEDRA
17
2
MUAMAR IBN SHAXBOUB AL FATHAH
CANIL IKAN BETTAH
8
BRIGITTE DO THUNDER PRINCE
CANIL IKAN BETTAH
8
4
VALE DAS PEDRAS EROS
UBIRATAN GONÇALVES PEDRA
1