UM DOS TRÊS MELHORES CANIS DE DOGUES ALEMÃES ARLEQUINS DO BRASIL EM 2011
One of the top three Great Danes kennels Harlequin Brazil (Dogshow 2011)
MELHOR CANIL DE ARLEQUINS DO NORDESTE DO BRASIL NOS ANOS DE 2004; 2005; 2007; 2011
Best Great Danes kennel in northeastern Brazil in de yars 2004; 2005; 2007; 2011 (Dogshow)

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

UM NATAL ALAGOANO


Parece pouco perto do que os outros cães fazem, são finais e finais de exposições, no entanto, quantos destes maravilhosos animais nasceram em Alagoas? Quantos destes representaram realmente um trabalho alagoano? Quantos são frutos do trabalhos de tantos?
Nós queremos neste momento resaltar posturas,fazer agradecimentos. Agradecer a parceiros que com muito profissionalismo deram o suporte necessario para que a criação alagoana chegasse ao nível em que está. Refiro-me a Dr Gutenberg, o veterinário das estrelas; à Cyno na figura do seu distribuidor Sr Alexandre; ao nosso handler Jr, um dos melhores do nordeste brasileiro; ao Tancredo que sempre está disponível e que fechou o ano com chave de ouro; agradecer muito a boa vontade e companherismo de nossas esposas e filhos.
Em 1994 iniciei a minha criação de dogues alemães, não conhecia nada,não tinha quem orientasse. Fui fazer um curso de arbitros da CBKC na Paraiba o primeiro no nordeste. Me aproximei da criação de Pastor Alemão,por entender ser uma criação mais madura e técnica, passei por varias fases, alegrias, tristezas, ganhei muito, perdi outras tantas vezes, mais nunca abri mão de fazer um trabalho de raiz, nunca abri mão da origem.
Ao longo do tempo entendi que caminhar sozinho tem brilho efêmero; entendi que um trabalho partilhado traria mais e melhores frutos, que seria mais desafiador e divertido.
Busquei outros sonhadores, tive algumas desilusões. Em 1999 encontrei um grande parceiro que tornar-se-ia quase um irmão, falo de Valdemir que depois de muita insistencia minha, adiquiriu SHAY BOUB DO IKAN BETTAH o bisavô de Iron.
Em meados de 2005 encontrei outro idealista, Imad que com uma determinação gigante me arrastou para promover o RI dos pais de sua Tifany que acabaria acasalando com SHAY, nascia DARK SAMMUR avó de Iron.
Imad adiquiriu VULCÃO APFELSTRUDEL, lindo cão negro que acasalado com Dark deu origem a IKAN BETTAH AUINÃ SAMMUR, a Mãe de Iron Paralelo a isso, viajei ao Rio Grande do Sul para visitar Schirlei (CANIL KAYSER DRACHE) e Denise (CANIL OXEMBERG), desta viajem surgiu uma ligação que permitiu que o canil TIEN KUAN , a época de propriedade do Sr Anderson Leão, adquirisse cães como Maximus,Callas,Rachel,Maria bo. Depois o Sr. Dênis Nogueira, adquiriu Prima Donna e Carlota, todos os animais frutos do trabalho destas criadoras.
Acasalei Maximus com IKB Yuna e IKB Auinã SAMMUR e em novembro de 2009 nascia IKAN BETTAH IRON, cão encantador e com bom potencial para exposições, mas um cão de pista n é nada sem um bom dono , sem um bom Handler.
Então um jóvem de sorriso tímido (Alysson) me aparece em uma noite de dezembro/janeiro com sua noiva (Vanessa) , e após uma breve conversa percebi ter o jóvem, o perfil adequado para o meu filhote, acreditei ter encontrado o dono para Iron.
A caminhada de Iron não foi fácil, dúvidas , esperanças, derrotas, vitórias, fizeram parte do processo, Alysson e jr fizeram um grande trabalho. Em 2010 ele foi um dos três melhores jóvens do Brasil(dogshow); em 2011 os resultados foram ainda mais expressivos, culminando com a fantástica vitória na mais importante exposição geral do ano, a Internacional da CBKC, derrotando cães incriveis, inclusiveis seu próprio pai.
O ano termina, com um expressivo e significativo resultado: segundo o ranking DOGSHOW dos cinco canis nos primeiros lugares, dois são alagoanos, em 3º CANIL IKAN BETTAH e em 5º CANIL TIEN KUAN (agora de propriedade de Alysson).
Segundo o mesmo ranking, o CANIL IKAN BETTAR ocupa o 1º lugar na região NORTE/NORDESTE pela quarta vez.
Desejamos a todos que tenham a mesma felicidade que estamos sentindo, neste Natal que se aproxima.
FELIZ NATAL À TODOS
Byron Barros
Canil Ikan Bettah

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

IRON VENCE A INTERNACIONAL ANUAL DA CBKC


COM ESTE RESULTADO, IKB IRON CONSOLIDA O SEU 1º LUGAR NO RANKING DO NORDESTE DO BRASIL

domingo, 11 de dezembro de 2011

IKAN BETTAH VINCE

videoCRISTHIANE TREINANDO IKB VINCI

sábado, 10 de dezembro de 2011

IKAN BETTAH LUXOR COM SEUS NOVOS AMIGOS


POIS É LUXOR, CUIDADO PARA N VIRAR FLAMENGUISTA RSS

IKAN BETTAH LOTHAR EM SEU NOVO LAR


IKB LOTHAR em sua nova morada, com sua amiginha a lab Meg e seu probrietário o amigo Agnaldo (NOTA: este é o 5º dogue de Agnaldo)

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

GENÉTICA APLICADA À CRIAÇÃO DE CÃES (parte 1/3)

INTRODUÇÃO À GENÉTICA

Genética é a Ciência que estuda como se transmitem os caracteres físicos, bioquímicos e de comportamento de pais para filhos. Inicialmente foi desenvolvida pelo monge austríaco Gregor Mendel, que trabalhou com a planta da ervilha, descrevendo os padrões da herança em função de sete pares de traços contrastantes que apareciam em sete variedades diferentes dessa planta.
O trabalho de Mendel foi publicado em 1866, mas na prática foi ignorado até que em 1900 outros cientistas perceberam que os padrões hereditários que ele havia descrito eram comparáveis à acção dos cromossomos nas células em divisão, e sugeriram que as unidades mendelianas de herança, os genes, se localizavam nos cromossomos, os quais variam em forma e tamanho e em geral apresentam-se em pares.
Actualmente, sabe-se que cada cromossomo contém muitos genes, e que cada gene se localiza numa posição específica, o locus, no cromossomo. A metade destes cromossomos procede de um progenitor e a outra metade do outro. Quando as duas metades são idênticas, diz-se que o indivíduo é homozigótico para aquele gene particular. Quando são diferentes, ou seja, quando cada progenitor contribuiu com uma forma diferente, ou alelo, do mesmo gene, diz-se que o indivíduo é heterozigótico para o gene.
Ambos os alelos estão contidos no material genético do indivíduo, mas se um é dominante, apenas este se manifesta. No entanto, como demonstrou Mendel, a característica recessiva pode voltar a manifestar-se em gerações posteriores, desde que, em indivíduos homozigóticos para seus alelos.

GENÉTICA APLICADA À CRIAÇÃO DE CÃES

As leis da hereditariedade são as mesmas para todos os organismos vivos. A experiência nos mostra que, para se conseguir progresso numa raça de animais, é essencial a selecção correcta dos acasalamentos. O objectivo é produzir a uniformidade das qualidades que estão presentes nos melhores exemplares. Significa que temos o objectivo de criar animais não apenas perfeitos em si mesmos, mas com tendências hereditárias a reproduzir sua própria perfeição, de modo que, por meio de uma selecção criteriosa de acasalamentos, possamos alcançar a excelência universal. E isto é mais importante do que a perfeição individual.

- Um bom filhote ocasional numa ninhada não significa que o pai ou a mãe sejam reprodutores de valor.
- Uma ninhada com cinco exemplares “muito bons” é bem mais valiosa do que aquela que apresenta apenas um “excelente” e os demais medíocres.

Vale lembrar também que o fenótipo ( aparência externa ) nem sempre corresponde ao genótipo (material genético) do animal. Um cão pode apresentar excelentes qualidades, mas devido à heterozigosidade ele pode também transmitir defeitos à sua prole.
Outros factores que não podem ser esquecidos são:
- ambiente externo (alojamentos, higiene, área de exercícios, vacinação, nutrição, etc.);
- ambiente interno (efeitos maternos).
Um filhote proveniente de excelentes exemplares pode vir a pertencer a alguém que não lhe proporcione condições de desenvolver o seu potencial hereditário, mas isto não alterará o seu patrimônio genético.
Frise-se que a genética não está apenas a serviço dos puristas. Todos os criadores se devem preocupar em conhecer, ao menos, os fundamentos da hereditariedade, para não introduzirem na criação, animais que possam transmitir características indesejáveis. O trabalho dos puristas não deve, no entanto, ser desprezado, uma vez que é graças a eles que existem as raças “puras” de cães que hoje conhecemos.

A expressão “raça pura” é discutível, pois a grande maioria das raças caninas conhecidas são resultantes de diversos cruzamentos. Donde se conclui serem “puras por cruza” e não “puras por origem”.
A maior parte das raças de cães nasceram das necessidades do homem, tais como: segurança, pastoreio, caça, ou mesmo companhia.
Nesta linha de pensamento, podemos citar o esplêndido trabalho, iniciado em 1875, por Karl Friedrich Louis Dobermann, um simples cobrador de impostos, e por feliz coincidência, encarregado de recolher animais abandonados.
Dobermann necessitava de um cão capaz de protegê-lo de assaltantes em suas viagens solitárias, como cobrador de impostos. Os primeiros cães que ele conseguiu criar eram singularmente feios, peludos e com cabeças grosseiras, sem qualquer traço da elegância dos actuais exemplares outrora idealizados. No entanto, sua coragem já era a toda prova, e pela região de Apolda, onde vivia Karl Dobermann, seus cães eram notados e reconhecidos como “os cães de Dobermann”; porém, o criador não viveu para ver os cães que idealizara dezanove anos antes de morrer, em 1894.
Entretanto, a criação sobreviveu ao criador, porque entusiastas desenvolveram a obra de Dobermann, até chegar aos cães por ele sonhados: elegantes, ágeis, corajosos e absolutamente leais. A coroação ocorreu em 1923, quando um cão da raça DOBERMANN sagrou-se Campeão em um torneio na Alemanha.
Vimos acima que em menos de cinquenta ( 50 ) anos após nascer a ideia, o objectivo foi alcançado. O trabalho de um mero cobrador de impostos, baseado apenas em fenótipo, e sem nenhum conhecimento das Leis de Mendel, obteve êxito. O que abre um campo ilimitado de possibilidades, usando a ciência cada vez mais evoluída, que nos permite até mesmo o mapeamento de genes. Temos agora a possibilidade de criar novas raças em menor espaço de tempo.

Talvez até possamos indagar sobre o que não pode ser criado !

OS DOZE ´MANDAMENTOS` DA HEREDITARIEDADE

I - Não existem atalhos para o melhoramento da raça. O melhoramento só pode ser conseguido através de cuidadosa selecção. A criação selectiva é o arcabouço de um programa vitorioso.
II - Extraem-se dos filhotes menos de 50% do que os pais podem oferecer. O aproveitamento do material genético herdado dos pais varia de acordo com a penetrância de cada gene.
III - Cautela ao interpretar a ocorrência casual de um facto. Neste caso devemos nos lembrar que há genes mímicos e genes epistáticos, que podem promover resultados inesperados num acasalamento, entretanto, esses resultados não definem o património genético de cada animal.
IV - Itens complexos são determinados por inúmeros genes. Muitas das características são quantitativas, quer dizer, são determinadas por muitos pares de genes.
V - Não existe raça de cão que se reproduza sem variações. Isto se deve à segregação independente. Genes independentes podem ser encontrados numa raça e não constatados em outra.
VI - Condições ambientais catalizam ou suavizam tendências genéticas.
VII - A pouca utilização do inbreeding se deve a interesses comerciais. Os criadores que utilizam o inbreeding estão praticando melhoramento visando eliminar ou fixar uma característica; criadores “comerciais” não se interessam por melhoramento.
VIII - Acasalamento de irmão com irmã produz queda na vitalidade dos filhotes. Estes acasalamentos promovem maior degeneração de inbreeding. Os registros mostram que são muito contraditórios os resultados comunicados por criadores que tentaram acasalar irmão com irmã, com o intuito de fixar boas características em seu plantel. Verificar-se-á que este tipo de acasalamento tem como consequência um decréscimo na vitalidade e robustez dos filhotes nascidos.
IX - Os maiores efeitos do inbreeding ocorrem nas primeiras gerações. Um grupo de pesquisadores calculou os índices teóricos do aumento de similitude a cada continuação de acasalamento entre irmãos. Os cálculos mais confiáveis indicam que a redução na proporção de pares genéticos não semelhantes foi de aproximadamente 19,l% por geração depois da primeira, na qual a redução foi de 25%. Os índices são tão rápidos, que após dez gerações de acasalamentos entre irmãos, a partir de espécimes com 50% de semelhança, cerca de 94% de pares de genes são iguais. Assim, o inbreeding apresenta seus maiores efeitos durante as primeiras gerações e relativamente pouco efeito além da décima ou décima-segunda geração.
X - O inbreeding nada cria de novo, mas apenas intensifica o que já existia. O inbreeding encontra a sua melhor utilização na fixação de características. O inbreeding pode transformar genótipo e fenótipo num denominador comum.
XI - O teste de progênie é a única prova válida da prepotência de um cão. Aqui entra de novo o acasalamento com consanguinidade, pois quanto mais “fechada” for a consanguinidade do cão ou da cadela, maiores serão as chances de um ou de outro ser dominante, em contraposição a um cão ou uma cadela que não tenha consanguinidade “fechada”. Ao seleccionar um padreador para complementar os atributos da cadela é importante levar em séria consideração também as qualidades dos seus pais. Isto tudo só poderá ser observado na progênie.
XII - Acasalamentos sonhados podem dar filhotes decepcionantes; a cadela reprodutora pode ou não transmitir as qualidades que ela mesma possui, o mesmo podendo ocorrer com o macho.
HERANÇA

Embora difundida, é errada a opinião de que defeitos opostos se equilibram no sentido hereditário. É completamente impensável que uma garupa curta e caída poderia ser equilibrada, ou melhorada, por uma longa e plana no outro par do casal; como também é completamente impossível que posteriores superangulados possam ser melhorados pela falta de angulação.
A única solução para chegar ao equilíbrio é somente o correcto. Para uma garupa faltosa, uma garupa correcta; para a má angulação, somente uma angulação correcta. No sentido deste trabalho, devo chamar a atenção de que os antepassados do animal devem melhorar as faltas de outro, devendo ser correctos em relação a esta falta.
Para eliminar faltas deve-se usar, para criação, animais que não sejam portadores da respectiva falta, nem em seus antepassados; deve-se procurar pela selecção apropriada e criar animais com hereditariedade limpa.
herança citoplasmática - Com relação ao mecanismo de hereditariedade, devemos argumentar que as células, a grosso modo, se compõem de um núcleo e de plasma. Os espermatozóides são praticamente só um núcleo movimentado pela cauda, que se parte logo após o núcleo penetrar no óvulo. O óvulo fornece a maior parte do material de construção para as células que se formam por divisão. Núcleo e plasma formam uma unidade funcional, e não se pode negar que o plasma tem uma grande influência sobre o ser que está em formação. Por isso, a herança citoplasmática também é chamada de herança materna.

herança de factores múltiplos - O que acreditamos ser uma característica simples (pernas, pés, cauda, etc.) é frequentemente influenciada no seu desenvolvimento por um grande número de diferentes genes, e não relacionados, capazes de selecção independente. É extremamente difícil determinar os vários genes que influenciam uma determinada característica, e definir o efeito específico que podem ter naquela característica. Alguns genes determinam uma influência directa e completa no desenvolvimento de uma característica (genes dominantes). Outros desempenham um papel parcial, sendo neutralizados de certa forma pela acção do membro oposto no par ao qual pertencem (genes incompletos). Outros genes são completamente mascarados e não apresentam nenhuma actuação, a não ser que tais genes sejam ambos membros de um determinado par (genes recessivos). Temos ainda que a combinação de actuação de genes múltiplos com factores ambientais é antes a regra do que a excepção, em características como: complemento do corpo, altura, peso, desenvolvimento da cabeça e do focinho, dentição, formato e tamanho dos pés, desenvolvimento muscular e ósseo, e as tão faladas “faltas”, como ombros caídos, costelas sem curvatura, jarretes de vaca, jarretes fracos e pés espalmados. Exemplificando, podemos citar o facto de que chegou-se à conclusão de que o tamanho do corpo depende de certos genes, que actuam sobre todos os tecidos, e de outros que influenciam certas regiões: pernas, pescoço ou cauda. A dieta, exercícios e outras influências ambientais determinam, de certa forma, o grau com que os genes podem estimular ou produzir o crescimento dos diferentes tecidos, órgãos e partes do corpo.

herança bilateral - É assim chamada a herança em que a progênie apresenta as características dos pais “fundidas”. Isto pode gerar animais sem harmonia. Neste caso, devemos observar não apenas a qualidade dos pais, mas também a da progênie; óptimos cães podem produzir filhotes medíocres, sem ser devido à heterozigosidade, quer dizer, os genes transmitidos são desejáveis isoladamente, mas em conjunto podem provocar fenótipos indesejáveis. Como exemplo podemos ter dois cães: a fêmea com excelente temperamento e uma conformação física dentro dos padrões, e o macho com temperamento razoável e excelente estrutura, mas os filhotes podem apresentar temperamento instável e sua estrutura pode ser alterada para má, caso tenhamos a acção de genes mímicos.

herança atávica - Quando o produto de um determinado acasalamento apresenta um animal diferente de ancestrais mais próximos, reproduzindo características de ancestrais distantes.

herança homócroma - Uma determinada característica manifesta-se na mesma idade em que se manifestou em um dos pais. Na espécie humana, temos a calvície masculina, e nos cães podemos citar a maturidade sexual.

herança reinvertida - O animal se parece com um dos pais quando jovem e apresenta o fenótipo do outro na idade adulta.

herança correlativa - Duas ou mais características transmitem-se juntas. Muitos atributos de conformação são correlativos com funções. Esta herança também pode ser chamada de pleiotropia. Exemplo: determinadas raças de cães têm os olhos azuis, associados a deficiência auditiva.

herança de caracteres adquiridos - Neste caso, os múltiplos factores genéticos, dos quais depende toda a constituição do animal, se desenvolvem mais ou menos segundo as influências externas a que são submetidos. O que um indivíduo é resulta da interação do meio e da bagagem hereditária. Quer dizer, os genes determinam o que o animal poderá vir a ser, e não o que ele deveria ser.(fim da parte 1)

Artigo escrito por: Helena Accioli e copiado do site CANIL DO SERTÃO de Fila Brasileiro

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

IKAN BETTAH LUXOR


LUXOR AGORA IRÁ ALEGRAR A FAMÍLIA M. DE LIMA, BREVE NOVAS FOTOS